I Unidade

África 
Após ataque, candidato presidencial da Guiné-Bissau desaparece.

12 de abril de 2012  22h33  atualizado às 23h03
 Carlos Gómez Júnior, vencedor no 1º turno das eleições presidenciais, desapareceu após ataque militar a sua casa.



O paradeiro de Carlos Gómez Júnior, candidato vencedor no primeiro turno das eleições presidenciais da Guiné-Bissau, é desconhecido, segundo fontes de segurança do país. Tiroteios e uma série de explosões foram escutadas na noite desta quinta-feira nos arredores da casa do candidato. As fonte assinalaram que não estava claro se Gómez Júnior, popularmente conhecido como "Cadogo", se encontrava no interior de sua casa no momento do ataque, ou se, alertado, deixou o domicílio.
Gómez Júnior, multimilionário e favorito da metrópole, Portugal, para o segundo turno, sempre encontrou a oposição dos setores militares protagonistas da guerra da Independência do país em 1974. Além disso, a existência de uma rede militar envolvida com o narcotráfico denunciada pelas Nações Unidas e outras instâncias internacionais esteve presente durante todo o processo eleitoral no qual a aparência de normalidade democrática se viu sob a ameaça de uma nova revolta do Exército.
As atuais eleições presidenciais foram convocadas para cobrir a vaga deixada por Malam Bacai Sanha, que morreu em Paris em janeiro deste ano e que por sua vez ocupou o cargo após o assassinato de João Bernardo Vieira em 2009, nas mãos de soldados leais ao chefe do Estado-Maior do Exército, general Tagmé Na Wai, morto um dia antes em um atentado com explosivos.
Fontes em Bissau consultadas pela Efe asseguraram que os militares desdobrados na cidade, agora em calma, rodearam alguma das principais embaixadas, supostamente para evitar que os dirigentes políticos do país possam buscar asilo.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5716703-EI17615,00-Apos+ataque+candidato+presidencial+da+GuineBissau+desaparece.html

Data de acesso: 20 de Abril de 2012


Resenha:

Após ataque militar

     Com fortes tiroteios e explosões nos arredores da casa do candidato a presidente da Guiné- Bissau Carlos Gomes Junior, segundo fontes de segurança o paradeiro do mesmo é desconhecido.
Segunda informação não se sabe se no momento das explosões e tiroteios Carlo Gomes Junior estava em casa ou foi alertado a deixar a sua residência.
     Em 1934 Carlo Gomes Junior um cidadão multimilionário e grande favorito da metrópole portuguesa para vencer o segundo turno sempre encontraram à posição dos setores militares protagonista da guerra da independência do país. E durante a eleição as Nações Unidas e outras instancias internacionais que fizeram presente no processo democrático eleitoral, denunciaram que havia envolvimento militar com narcotráfico, se viu sob a ameaça de uma nova revolta do Exercito.
      As duas eleições foram convocadas para cobrir vagas deixadas por Malam Bacai Sanha morto na França onde ocupava o cargo deixado por João Bernardo Vieira assassinado em 2009.  

Por: Louise Pena





Rebeldes anunciam independência do norte de Mali.
06/04/2012 - 04:40
França e União Africana rejeitam declaração unilateral que convulsiona país.

O grupo rebelde tuaregue Movimento Nacional de Libertação de Azawad (MNLA) anunciou nesta sexta-feira a 'independência do estado de Azawad', região do norte de Mali, e pediu o reconhecimento da comunidade internacional. Em comunicado assinado pelo secretário-geral do grupo, Bilal Ag al-Sherif, e divulgado nesta sexta em seu site, o MNLA insiste também no reconhecimento e no respeito das fronteiras dos países vizinhos.
Segundo Sherif, a decisão foi tomada após contatos com os diferentes órgãos representativos do movimento, que pegou em armas contra o poder central de Bamaco em 17 de janeiro para exigir a autodeterminação de um território de 850.000 quilômetros quadrados.
Além disso, na nota, na qual reivindicam seu direito a fundar um estado de acordo com as leis internacionais, os rebeldes se comprometem a 'trabalhar para garantir a segurança e avançar em direção à construção das instituições, para finalizar com a redação de uma Constituição democrática para um estado Azawad independente'.
Comunicado - Na nota, a denominada comissão executiva do MNLA pressiona a comunidade internacional 'a reconhecer, sem tardar, Azawad como um estado independente'. Além disso, explica que a comissão executiva se encarregará de administrar os assuntos do novo estado até que se nomeie uma autoridade nacional azawad.
"Reservamo-nos o direito à autodeterminação recolhido nos tratados internacionais e nos comprometemos a respeitar todas as fronteiras que separam o estado autoproclamado dos países limítrofes", afirmou Mossa Ag Attaher, porta-voz do MNLA. "Assumimos completamente o papel que nos incumbe para dar segurança a esses territórios", acrescentou o porta-voz. "Temos uma cultura milenar de tolerância, de não impor a ninguém nenhuma religião, e vamos seguir assim".
Crise - O Movimento Nacional de Libertação do Azawad, importante componente da rebelião tuaregue no Mali, luta há décadas pela região. Agora, com o Exército do país desorganizado e desarmado após um golpe de estado, o grupo tomou três cidades do norte -  Kidal, Gao e Timbuktu - junto a grupos muçulmanos que querem impor a sharia (lei islâmica). 
Em 22 de março, o Mali mergulhou em caos quando uma junta militar, liderada pelo capitão Amadou Sanogo, tomou o controle do país e derrubou o governo do presidente Amadou Toumani Toure. Os militares justificaram o golpe alegando que o governo de Toure havia fracassado no combate à rebelião tuaregue. Contudo, os rebeldes aproveitaram a instabilidade do poder para tomar a região - e a junta militar respondeu convocando os cidadãos do norte a 'resistir aos invasores'.
Comunidade internacional - A divisão do Mali em norte e sul preocupa a comunidade internacional diante do colapso do país, localizado na região oeste da África. Organizações de direitos humanos advertiram sobre uma iminente catástrofe humanitária, enquanto centenas de pessoas fogem do norte do país e os grupos rebeldes roubam alimentos e remédios na região.
Nesta sexta, a União Africana (UA) disse que  'rejeita totalmente a pretensa declaração de independência' do Norte do Mali'. A França também criticou o anúncio, afirmando que uma 'declaração unilateral de independência não será reconhecida pelos estados africanos e não tem sentido'.


Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/rebeldes-tuaregues-anunciam-independencia-do-norte-de-mali--2

Resenha :

Divisão do Mali

      Foi anunciada pelo grupo rebelde a independência do estado de Azawad- Norte do Mali. O secretario geral do grupo acima citado insiste também no reconhecimento e no respeito das fronteiras dos países visinhos.
     Alem desse direito, os mesmo reivindicam o direito de fundar um Estado de acordo com leis internacionais e se comprometem para garanti segurança e avançar a construção de uma Constituição democrática, transformando este Estado independente.
    Com a divisão do Mali preocupa a comunidade internacional de ante do colapse do país no oeste da África.
A transformação de independência de Estado de Azawad foi totalmente rejeitada pela União Africana.


Por :Louise Pena

América do Norte 

EUA manifestam preocupação em mensagem à Argentina sobre YPF

Ação pode afetar o 'clima de investimento para negócios americanos', disse porta-voz

19 de abril de 2012 | 16h 48
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WASHINGTON - O Governo dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira, 19, que entrou em contato com o Governo da Argentina para expressar sua preocupação sobre a decisão de expropriar 51% do capital da companhia petrolífera YPF do grupo espanhol Repsol.

Encontro entre Hillary Clinton e José Manuel García-Margallo em Bruxelas - Jacquelyn Martin/Reuters
Encontro entre Hillary Clinton e José Manuel García-Margallo em Bruxelas

O contato aconteceu através da Embaixada americana em Buenos Aires, disse o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Mark Toner, em entrevista coletiva diária.
"Este tipo de ação pode afetar de forma adversa o clima de investimento para os negócios americanos, para outros negócios, e para as companhias de outros países", ressaltou o porta-voz.
Nesta quinta-feira, 19, o ministro espanhol de Relações Exteriores, José Manuel García-Margallo, conversou em Bruxelas sobre esse assunto com a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, que lhe expressou a oposição de Washington à medida do Governo da Argentina.
Em declarações à imprensa após o encontro, García-Margallo afirmou que Clinton lhe ofereceu apoio para colaborar conjuntamente em nível internacional com o objetivo de convencer o Governo argentino para retificar sua decisão.
Segundo o ministro espanhol, Clinton classificou a nacionalização da YPF como uma violação do direito internacional e uma medida prejudicial para o Governo argentino.
Na quarta-feira, 18, o porta-voz do Departamento de Estado considerou que a decisão da Argentina cria um clima de investimento negativo, e pediu ao país que normalize suas relações com a comunidade financeira internacional.


Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,eua-manifestam-preocupacao-em-mensagem-a-argentina-sobre-ypf,863070,0.htm

Data de acesso: 19 de Abril de 2012

Resenha:


Negócios Americano

O ministro espanhol de relações exteriores José Manuel Garcia Margo, esteve no dia 19 de abril de 2012, com a Secretaria do Estado Americano, Hillary Clinton para discutir sobre a decisão de expropriar 51% do capital da companhia petrolífera YPF, do grupo Repsol.
Em uma entrevista coletiva, a discussão se alarmou, a questão era que esse tipo de decisão, poderia vim a afetar os investimentos americanos, para outros tipos de negócios e ate mesmo para os investimentos em outros países que precisariam deste.
Já que o governo Argentino tomou a decisão de expropriar esse investimento na companhia petrolífera, o objetivo da reunião era fazer com que o governo argentino retirasse sua decisão, a secretaria Clinton, deu o maior apoio e deu sua opinião sobre o assunto discutido.
Para Hillary Clinton, a nacionalização da YPF, é uma violação aos direitos internacionais, algo que trará complicações para o governo argentino. Ate o dia seguinte o Departamento de Estado, concordou dizendo que esse tipo de ação, vai trazer algo negativo, e pediu ao país que fizesse algo para que tudo se ajeitasse.





 Por: Adriana Ribeiro



Dado sobre economia dos Estados Unidos pesa em commodities

05 de maio de 2012 | 3h 07
Cenário: Filipe Domingues

O sentimento de aversão ao risco nos mercados financeiros empurrou para baixo as cotações das commodities ontem. O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos informou que o país criou menos empregos do que previam analistas, sinalizando que a recuperação da economia seguirá lenta. Investidores se afastaram de ativos considerados mais arriscados, como ações e commodities: o índice Dow Jones, que representa um grupo de ações, fechou em baixa de 1,3%, e o índice CRB, que reflete o desempenho de uma cesta de matérias-primas, caiu 1,4%. Um dos produtos que mais reagiram foi o algodão. Na Bolsa de Nova York, os lotes para entrega em julho fecharam em baixa de 1,37%, a 87,99 centavos de dólar por libra-peso.
Além da influência de outros mercados, o algodão cedeu porque a demanda por têxteis tende a diminuir quando a economia vai mal. Outro fator foi a força do dólar, tido como um porto seguro em momentos de incerteza dos investidores. A alta da moeda americana pressiona as commodities porque diminui o poder de compra do importador. Também fecharam com perdas o café (0,68%), o cacau, (0,78%) e o suco de laranja (2,32%). Já o açúcar subiu 0,77% em Nova York, sustentado pela demanda no Brasil, principal produtor mundial.
Na Bolsa de Chicago, os preços do trigo caíram acompanhando o mercado financeiro, mas também porque a consultoria Informa Economics elevou sua estimativa de safra nos EUA. Milho e soja contrariaram a direção geral e subiram, com suporte na oferta bastante limitada.


Fonte:  http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,dado-sobre-economia-dos-estados-unidos-pesa-em-commodities-,868966,0.htm?reload=y 

Resenha:


Commodities

Por incrível que pareça, os EUA, um país tão rico e tão bem ampliado; passa por alguns riscos no mercado financeiro. Informações foram lançadas, informando que o País está com a economia lenta, e continuara assim, já que os EUA criaram menos empregos que o previsto, fazendo com que os investidores, não se sentindo seguros se afastassem.
Commodities são mercadorias básicas e são essas mercadorias, esses produtos que fazem a diferença, nos mercados. O dólar, também aumentou aumentado o valor dos produtos, como por exemplo, o cacau, é o suco de laranja.
O açúcar, graças à grande demanda no Brasil, subiu em um grande percentual. O milho e a soja subiram também com as ofertas limitadas.



Por: Adriana Ribeiro

América Latina 

Brasil pode dificultar entrada de produtos argentinos, diz ministro.

 19/04/2012 11:34




O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, criticou nesta quinta-feira (19/4) a restrição à entrada de carne suína brasileira na Argentina e disse que, caso a barreira seja mantida, medidas que dificultem a entrada de produtos argentinos no país poderão ser adotadas. Mendes Ribeiro lembrou que o embaixador do Brasil na Argentina, Enio Cordeiro, deve se reunir ainda na manhã de hoje com o ministro da Agricultura do país vizinho, Norberto Yauhar, para tratar do assunto.
“Eu disse para o ministro [da Agricultura argentino] que a negociação está indo muito bem, mas que precisa continuar indo bem, tendo nossa carne suína liberada. Se não, vamos começar a dificultar a entrada de produtos argentinos e isso não faz bem ao Brasil nem à Argentina e não é isso que quer a presidenta Dilma Rousseff”, disse. “Queremos uma relação extremamente cordial e respeitosa com o país vizinho e, para isso, queremos o comércio dos nossos suínos reestabelecido”, completou.





Data de acesso: 19 de Abril de 2012

Resenha:



O livre comércio ainda continua livre?



     O Brasil é um dos maiores produtores de carne suína do mundo, e exportava 3,5 mil toneladas para a Argentina. Desde fevereiro, a Argentina criou uma declaração juramentada a ser representada por seus importadores, desde esse ocorrido, a média de exportação de carne suína brasileira para Argentina despencou para 500 toneladas.

         A crítica do governo argentino é que, eles estão muito aberto a exportações, pois recebem muitos produtos de vários países, e é necessário que eles produzam seus próprios produtos e assim o país diminui o número de importação economizando mais capital devido a crise que está ocorrendo.

      No entanto há uma problemática, ou seja, se esse tratado prosseguir a economia brasileira vai continuar caindo, e isso pode fazer com que ocorra desentendimento entre os países, no qual o Brasil já rebateu dizendo que  se os argentinos continuarem dificultando a entrada de carne suína no país, o Brasil fará o mesmo com os produtos argentinos.

       Com isso, o livre comércio entre países entraria em choque, pois se um país pode impedir a entrada de alguns produtos, logo, os outros também poderiam fazer o mesmo.





Por: Julliane Correia



Índios pataxó bloqueiam BR-101 contra a PEC 215.














Cerca de mil indígenas do povo Pataxó do extremo sul da Bahia bloquearam, no fim da madrugada desta terça-feira, 10, trecho da BR-101, em protesto contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, aprovada em março pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara Federal.
A PEC 215 tramita desde 2000 e propõe a transferência da demarcação e homologação de terras indígenas, quilombolas e áreas de conservação ambiental do Poder Executivo para o Congresso Nacional. A proposta é defendida pelas bancadas ruralista e evangélica da Câmara e do Senado, onde tramita a PEC 038 siamesa da PEC 215.
Todo mundo tem uma noção de que ela só beneficia os latifundiários, que são contra as demarcações de terras indígenas”, explica o cacique Sinvaldo Ribeiro de Souza, indígena Pataxó da Terra Indígena Barra Velha. A mobilização conta também com os Pataxó de Coroa Vermelha e do Parque Nacional do Descobrimento Monte Pascoal.
A comunidade está instalada às margens da rodovia na altura do quilômetro 772, município de Itabela, local do bloqueio. A Polícia Rodoviária está no local e os indígenas afirmam que só irão desbloquear a BR quando o governo federal se posicionar e mostrar de que forma irá agir para impedir o seguimento da PEC 215 – que aguarda a criação de Comissão Especial pela mesa diretoria da Câmara Federal.
Outros dois pontos da pauta reivindicatória do bloqueio são: rapidez nos processos administrativos das terras indígenas Pataxó e proteção do Estado aos caciques e demais lideranças indígenas ameaçadas por pistoleiros e capangas de fazendeiros.
Questão fundiária

Caso a proposta ruralista seja aprovada, a avaliação dos indígenas é que não ocorrerão mais demarcações de terras indígenas no Brasil. Fomos a Brasília e tivemos uma esperança de ter nossas reivindicações de terras atendidas. Quando chegamos vimos a PEC 215 sendo votada. Uma traição que não se pode aceitar”, diz Sinvaldo.
Durante a votação da PEC na CCJC, os Pataxó estiveram na Capital Federal para reuniões na Funai, Incra, Supremo Tribunal Federal (STF) e Ministério de Minas e Energia. Em todos os encontros a questão fundiária estava em pauta. No Congresso Nacional, portanto, fizeram intensos protestos contra a proposta ruralista.
Nos território Pataxó do extremo sul baiano, nas terras indígenas de Barra Velha, Parque Nacional Monte Pascoal e Coroa Vermelha incidem tipos variados de ocupação não-indígena, conforme atestam relatórios publicados pela Funai. Fazendas de gado de corte e cacau, registradas a partir da década de 1980, dominam a maioria dos hectares, além de uma área de reflorestamento de eucaliptos, Parque Nacional e assentamentos da reforma agrária.
A Terra Indígena Coroa Vermelha passa por processo de revisão e Barra Velha possui 8 mil hectares registrados, mas reivindica outros 52 mil que compreendem o Parque Nacional do Monte Pascoal, controlado pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio). “O relatório de identificação desses 52 mil foi publicado (em 2008), mas até agora o ministro da Justiça não assinou a Portaria Declaratória”, salienta Sinvaldo.
Deputados federais que compõem a Frente Parlamentar de Defesa dos Povos Indígenas alertaram sobre a insegurança jurídica e fundiária como consequência imediata da aprovação da PEC 215 pela CCJC: “Aprovar essa PEC intensificará os conflitos entre indígenas e fazendeiros, porque a demarcação de terras já não ocorre conforme o esperado”, destacou o deputado Padre Ton (RO/PT), presidente da Frente Parlamentar, durante as sessões da CCJC que tratou da proposta.
Fora o posicionamento contra a PEC 215, os Pataxó reivindicam do governo federal a assinatura da Portaria Declaratória de demarcação da Terra Indígena Barra Velha do Monte Pascoal (envolvendo a terra Barra Velha e a área já identificada onde incide o Parque do Descobrimento) pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Estamos revoltados com essa PEC 215 e deixamos um recado: não queremos conflito e violência, mas também não vamos permitir que nos tirem nossas terras, dadas por Deus e não pelo homem branco, finaliza o cacique.

Data de acesso: 19 de Abril de 2012

Resenha:


“Mãe gentil”, onde estás?

     Desde o início da proclamação da republica, em 15 de novembro de 1889, o Brasil foi marcado por várias revoltas populares, como : Guerra de Canudos, Revolta da Vacina...
Tais reivindicações tinham em comum, melhorias para a população pobre do país, pois naquela época a desigualdade social e a falta de respeito com as pessoas era extremas.
Mas, devemos lembrar que isso ocorreu no início do Brasil como país, ou seja o Brasil estava em processo de formação.
     Vivemos num país onde há diversas culturas, etnias, cores, religião... O que é reflexo de processos históricos. E foi com os índios que o Brasil foi encontrado,foram com eles que hoje numa “sociedade civilizada” adquirimos várias técnicas e costumes, como o de tomar banho e o convívio em sociedade(algo que ainda deve ser bastante trabalhado espelhando-se nos costumes indígenas). Mas com um país tão diverso e cultural, será que nossa “pátria amada” e “mãe gentil” é de fato uma mãe para seu povo, e principalmente para aqueles que foram os primeiro á  habitá-la.
     No dia 10 de abril de 2012 índios pataxó do extremo sul da Bahia bloquearam a
BR -101 no município de Itabela das 05: 00 horas da manhã até a 18:00 horas da tarde, com a finalidade da não aprovação da PEC 215  que propõe a transferência e a demarcação e homologação de terras indígenas, quilombadas e áreas de conservação do poder executivo para o Congresso Nacional.
Se tal lei for aprovada terras onde habitam povos indígenas serão demarcadas e então esse povo terá que deixar o lugar onde vive. E para onde eles iram?
Será que o “gigante pela própria natureza” não tem lugar suficiente para toda a sua população. E nossa “mãe gentil” está de fato cuidando de seus filhos?
       123 anos se passaram desde a proclamação da republica, e ainda é necessário reivindicações populares para que o Brasil consiga enxergar os problemas que a sociedade enfrenta, é necessário que ocorra greves escolares para a melhoria na educação publica, é necessário que as pessoas vão para as ruas exigir direitos que os privam, e é necessário que indígenas fechem a BR para que possam ser escutados e enxergados pela mãe que pouco se importa que deixou de ser gentil, se é que um dia foi.


Por: Julliane Correia


Ásia

China precisa controlar consumo de tabaco, diz OMS

Metade da população de homens adultos do país fuma; Ásia é maior consumidora de cigarros

20 de março de 2012 | 10h 43
CINGAPURA - A Organização Mundial da Saúde (OMS) exigiu nesta terça-feira, 20, que a China amplie as medidas de controle do tabaco no país, onde metade da população de homens adultos fuma. A diretora-geral do organismo, Margaret Chan, aconselhou Pequim e outros governos asiáticos a aumentar os impostos cobrados sobre cigarros e a banir propagandas e patrocínios de fabricantes de produtos que têm como base o tabaco.
Ásia responde por 58% do consumo global de produtos do tabaco - Rafiq Maqbool/AP
Ásia responde por 58% do consumo global de produtos do tabaco.
A China baniu o fumo durante a Olimpíada de Pequim, em 2008, e a World Expo de Xangai, 2010. Margaret, porém, disse que outras medidas devem ser tomadas para desestimular o hábito de fumar. "Ainda há um longo caminho a ser percorrido. Muito trabalho ainda deve ser feito na China. As lideranças entendem que precisam tomar mais atitudes e obtiveram condições para isso nos últimos anos", completou.
Os 350 milhões de fumantes na China correspondem a cerca de 35% do 1 bilhão de fumantes em todo o mundo. Ainda segundo a diretora-geral da OMS, mais pessoas morrem por causa do fumo todo ano do que devido à aids, à tuberculose e à malária juntas. As declarações foram dadas durante o Fórum Mundial do Controle do Tabaco.
De acordo com a Fundação Mundial do Pulmão, os chineses consomem cerca de 2,3 trilhões de cigarros por ano. Os russos são os próximos na lista dos países que mais fumam, com 390 bilhões de cigarros consumidos ao ano. Nos Estados Unidos, são 315 bilhões. Mas somente a Ásia responde por 58% do consumo global de produtos do tabaco.
Margaret citou a Austrália e a Cingapura como exemplos a serem seguidos na região - a legislação antitabaco do segundo país é considerada uma das mais estritas do mundo e as autoridades já disseram que o objetivo é banir o fumo em todos os lugares públicos, exceto em áreas especialmente designadas para o consumo de cigarros.
O índice de fumantes entre os asiáticos são os maiores do mundo. Nas Filipinas, cerca de 47% dos homens adultos fumam regularmente. Na Coreia do Sul, são 49%, e na Indonésia, 57%.


Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/vida,china-precisa-controlar-consumo-de-tabaco-diz-oms,china-precisa-controlar-consumo-de-tabaco-diz-oms,850891,0.htm

Data de acesso: 18 de Abril de 2012


Resenha:



A china precisa tomar providências em relação ao fumo do tabaco
   A china tem uma população, mais de 1,3 bilhões de habitantes. E o cigarro é um dos produtos de consumo mais vendido no mundo. Um fator positivo para a indústria do tabaco é que viciam a maioria dos consumidores.
 No mundo todo, três milhões de pessoas por ano morrem por causa do fumo. Na China, calcula-se que 61% dos homens adultos fumam, contra apenas 7% das mulheres, essa praga se espalha pelo mundo todo, só a China atualmente tem mais fumantes do que toda a população dos Estados Unidos. Isso é um fato agravante, pois o governo deveria discutir mais sobre o assunto e tomar as devidas providências.
Os não fumantes correm o risco ainda maior de contrair câncer de pulmão ou doenças cardíacas, principalmente as crianças. É preocupante a relação do fumo com a saúde, podem causar câncer de pulmão, câncer de mama, deficiências auditivas, asma, doenças cardíacas entre outros.
O cigarro eletrônico, produzido na China e não dispensa a nicotina, tem ela como os outros cigarros, mas não é um cigarro normal, ele é idêntico ao produto verdadeiro, formato, cor branca e tudo, a diferença é que funciona a pilhas e não precisa de cinzeiro, a população da China como um todo esta se tornando um povo fumante que esta morrendo mais por tabaco do que por doenças como  a AIDS .

Por : Maíra Alves


Índia deve se transformar em exportador consistente de açúcar.


09/05/2012 19h36 - Atualizado em 09/05/2012 19h36


São Paulo, 09 - A Índia deve quebrar a volatilidade existente entre suas safras de açúcar e se transformar em um exportador consistente, passando a competir mais com o Brasil, disse o economista Plínio Nastari, da Datagro Consultoria. Segundo ele, a expectativa é de que a Índia exporte mais de 3 milhões de toneladas de açúcar na safra mundial 2011/2012 (outubro de 2011 a setembro de 2012) e que as exportações possam atingir 4 milhões de toneladas na safra 2012/2013. "Os custos de produção na Índia estão mais baixos do que os do Brasil, o que vai permitir que os produtores sigam plantando", disse.
Tradicionalmente a Índia registra alternância entre boas safras de cana e grandes quebras de produção à medida que preços internos mais baixos levam agricultores a migrar para outras culturas. Na opinião de Nastari, este processo tende a ser reduzido e a produção, a ficar mais estável. Depois de produzir o recorde de 26,4 milhões de toneladas em 2007/2008, a produção caiu para 14,7 milhões de toneladas no ano seguinte. Desde então ela vem se recuperando gradualmente e a expectativa é de que a produção fique em 26 milhões de toneladas em 2011/2012, devendo voltar a bater o recorde e atingir os 26,5 milhões de toneladas em 2012/2013.
Esse aumento na produção deve ser impulsionado, segundo ele, pela liberação das exportações de açúcar pelo governo indiano a partir do final deste ano e também pela transformação da Índia em um polo de refino. "A Índia está construindo refinarias e mesmo em anos em que possui superávit de produção ela segue importando açúcar bruto e exportando refinado", afirma.
Enquanto isso, o Brasil está perdendo espaço porque seus custos estão mais elevados e há dificuldade na retomada do crescimento da oferta de cana. Nastari calcula o custo de produção de açúcar no Brasil em 20,9 cents por libra ante 19 cents na Índia.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/05/india-deve-se-transformar-em-exportador-consistente-de-acucar.htm

Data de acesso: 10 de Maio de 2012



Resenha:

Índia se transformando em exportadora sólida
  A índia é uma grande potência superior a mil milhões e com uma taxa de crescimento econômico acima da média mundial. A Índia procura em se transformar em um exportador consistente, competindo bastante com o Brasil.
  Há uma expectativa muito grande que a Índia exporte mais de 3 milhões de toneladas de açúcar na safra mundial.
  Por enquanto a Índia mostra variações entre boas safras de cana e grandes quebras na produção também, o que acaba fazendo com que a agricultores migram para outros lugares fazendo com que a produção fique mais estável.
Para a Índia aumento na produção é pela a transformação da Índia em um pólo refino e aumento das exportações, ela tem aumentado a sua produção e exportando açúcar refinado e por seus estarem mais baixos o Brasil está perdendo espaço por seus custos estarem mais elevados. Fazendo com que a Índia se torne um exportador sólido.
Por: Maíra Alves


Europa 

Bolsas da Europa fecham em queda com preocupação com dívida e EUA

19 de abril de 2012 • 12h46 •  atualizado 13h44

As bolsas europeias fecharam em baixa nesta quinta-feira, sob influência de perspectivas corporativas pouco animadoras e de dados dos Estados Unidos que amorteceram esperanças de recuperação, com aumento do nervosismo dos investidores sobre a crise da dívida soberana na zona do euro. O índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações europeias, fechou em queda de 0,52%, aos 1.040 pontos.
Os mercados mostraram preocupação nesta quinta-feira com o aumento dos yields (rendimentos) em um leilão de títulos da dívida da Espanha, e com a possibilidade de um rebaixamento futuro na nota de crédito da França, que tem em suas eleições presidenciais um risco adicional. "Há eleições chegando na França, a Espanha tem que acertar sua trajetória fiscal e a Grécia está no caldeirão. Posso ver as razões pelas quais a Grã-Bretanha vai ter performance superior à continental, mas essa diferença não vai continuar por muito tempo", avaliou o chefe de pesquisa da Investec Wealth & Investment, John Haynes.
"A perspectiva para os papéis europeus é muito boa nesses níveis de avaliação se você é um investidor, em vez de um operador. Em dois anos ou mais, você vai provavelmente fazer muito dinheiro com ações europeias. Mas, no curto prazo, é difícil ver de onde as notícias positivas vêm", acrescentou.
Nos Estados Unidos, as vendas de moradias usadas recuaram 2,6% em março, enquanto que o Índice de Indicadores Antecedentes cresceu 0,3%, para 95,7, em março. Em Londres, o índice Financial Times ficou estável, registrando apenas 0,01% em terreno negativo, a 5.744 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX recuou 0,9%, para 6.671 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 2,05%, a 3.174 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib cedeu 2,01%, para 14.287 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 teve desvalorização de 2,42%, a 6.908 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 teve desvalorização de 0,22%, para 5.177 pontos.


Fonte: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idnoticia=201204191546_RTR_E5E7HF00Y

Data de acesso: 19 de Abril de 2012




Resenha:
Divida externa

Países europeus preocupados com o crescimento da divida.

Devido à crise européia, os países mostraram uma preocupação com os aumentos do crescimento da divida. Os países europeus se mostram preocupados com o crescimento da divida.  

Não é animadora a esperança que EUA dar para os países em crises.
Com a eleição chegando à França, a Espanha tem que acertar sua trajetória fiscal e a Grécia estar no caldeirão.

Por: Louise Pena


Planos de saúde dos EUA alteram fórmula de custo e onera ainda mais o bolso dos pacientes.

01/05/2012

Nina Bernstein

Apesar de um importante acordo na Justiça que deveria aumentar a cobertura para atendimento fora da rede, as maiores empresas de plano de saúde dos Estados Unidos estão adotando um novo método de pagamento, que na maioria dos casos aumenta significativamente o custo para o paciente.
O acordo, em 2009, ocorreu após a acusação do Estado de Nova York de que as empresas manipulavam os dados que usavam para determinar o preço do atendimento, enganando os pacientes do país em centenas de milhões de dólares ao longo de uma década.
Segundo o acordo, as empresas deveriam financiar um banco de dados objetivo de preços de consulta de médicos e procedimentos que pacientes e planos de saúde de todo o país pudessem consultar de modo confiável. O governador Andrew M. Cuomo, na época procurador-geral, disse que isso aumentaria os reembolsos em até 28%.
Mas não foi assim que ocorreu. Apesar de o acordo exigir que as empresas investissem US$ 95 milhões do novo banco de dados, ele não as obrigava a usá-lo. Assim, quando o banco de dados finalmente entrou em operação no ano passado, as mesmas empresas, por todo o país, já tinham mudado rapidamente para outro método de cálculo, baseado nos valores pagos pelo Medicare (o seguro-saúde público para idosos e inválidos), que geralmente reduz substancialmente o reembolso. 
"É deplorável", disse Chad Glaser, um gerente de vendas de uma empresa de peixes e frutos do mar perto de Buffalo, que soube que teria que desembolsar centenas de dólares a mais para os exames de seu filho com um especialista, que realizou o transplante de fígado que salvou a vida dele. "Eles poderiam ter me cobrado centenas de milhares de dólares e eu não teria nenhuma proteção."
Os planos de saúde defendem a mudança para valores pagos pelo Medicare segundo o acordo, que permitia qualquer método claro e objetivo de calcular o reembolso. Eles dizem que as mensalidades seriam ainda mais caras se os reembolsos fossem mais generosos e que os valores exorbitantes cobrados pelos médicos são os culpados.
Mas poucos contestam que à medida que o país debate uma reforma visando dar cobertura de saúde para todos, a nova "realpolitik" de reembolso está deixando milhões de famílias com plano de saúde mais vulneráveis a contas médicas catastróficas, apesar de pagarem mensalidades caras, pagarem parcialmente a conta e deduzirem as despesas.
"As pessoas não estão recebendo aquilo que acham que estão pagando", disse Benjamin M. Lawsky, o superintendente do Departamento de Serviços Financeiros, cujos investigadores descobriram recentemente que, com a mudança, 4,7 milhões cidadãos do Estado de Nova York –76% deles com cobertura fora da rede credenciada– estão enfrentando reduções de reembolso de 50% ou mais. 
A mudança "certamente cria a aparência de que os planos estão tentando contornar o acordo e manter baixos os pagamentos fora da rede credenciada", disse Lawsky.
 Lawsky, que trabalhou para Cuomo quando era procurador-geral, está buscando uma legislação no Estado de Nova York exigindo que os reembolsos mínimos estejam vinculados ao novo banco de dados, conhecido como Fair Health.
No acordo de 2009, os planos de saúde não admitiram ter feito nada errado. Mas eles pagaram pela criação do Fair Health como um substituto para o Ingenix, o banco de dados da seguradora gigante United Healthcare. Cuomo disse que o Ingenix baixava constantemente o valor local das consultas habituais (UCRs), que eram usadas nacionalmente para determinar quanto da conta seria paga quando um paciente usasse um médico fora da rede credenciada. 
O Fair Health reúne bilhões de contas dos planos de saúde para calcular um valor habitual para cada procedimento médico em uma determinada localidade. Mas cada vez mais o reembolso não se baseia nos valores predominantes.
"Essa mudança está ocorrendo em todo o país e as implicações em termos de reduções do reembolso são semelhantes", disse Rob Parke, um especialista em benefícios da Milliman, uma empresa atuarial e de consultoria internacional. 
O valor do reembolso varia de acordo com o plano, atrelado a referenciais desconhecidos ou incompreendidos por muitos consumidores. O referencial tradicional era de 80% da UCR, enquanto os mais novos variam de 140% a 250% dos valores pagos pelo Medicare. Isso pode parecer mais, mas geralmente é menos, e drasticamente abaixo dos valores cobrados por atendimento de emergência fora da rede credenciada.
Dependendo do plano, as seguradoras podem cobrir 60% a 80% da soma referencial; o paciente não é apenas responsável pelo restante, mas também por qualquer valor adicional, para o qual o máximo desembolsado não se aplica. Uma conta média de atendimento de emergência segundo informado pelos planos para os investigadores estaduais, por exemplo, totalizava US$ 7.006, ou 1.421% do valor pago pelo Medicare, deixando os pacientes devendo em média US$ 3.778.
O site do Fair Health permite aos consumidores comparar prováveis despesas que sairão de seus bolsos. Glaser, que ingressou no conselho consultivo do consumidor do Fair Health no mês passado, após ver a queda do seu reembolso, ganhou conhecimento sobre seguro-saúde do modo difícil.
Quando seu filho, Ethan, era bebê, os médicos disseram que ele tinha uma doença rara no fígado. A família, que tinha plano de Organizações de Manutenção de Saúde (HMOs, planos pré-pagos com cobertura limitada), teve que apelar três vezes para obter aprovação para uma cirurgia fora da rede credenciada que salvaria o menino, atualmente com 10 anos. Assim, Glaser ficou feliz há dois anos, quando seu empregador mudou para um plano de saúde que prometia cobertura fora da rede credenciada. Incluindo os valores pagos e dedutíveis, ele e seu empregador pagam cerca de US$ 14.600 por ano para cobertura familiar.
Mas ele descobriu que com os reembolsos de 150% do Medicare, isso ficava aquém. No caso de um exame de fígado de US$ 275, por exemplo, a diferença do próprio bolso seria de US$ 175, quase três vezes mais do que o valor que seria pago pelo paciente segundo a taxa do Fair Health, e três vezes e meia o que pagaria há cinco anos segundo o Ingenix.
Se Ethan tivesse que repetir o transplante de US$ 200 mil, que usou parte do fígado de seu pai em 2003, o plano pagaria pouco do custo segundo a fórmula do Medicare. As leis que protegem os consumidores das despesas do próprio bolso se aplicam apenas às HMOs, que exigem aprovação prévia para atendimento fora da rede.
"Quem me dera pudesse dizer que se trata de um caso único", disse Sandy Praeger, presidente do comitê de seguro-saúde da Associação Nacional dos Comissários de Seguros e é comissária de seguros do Kansas. Ela disse que os consumidores foram pegos no meio de uma batalha entre as seguradoras, que exigem descontos, e os médicos, que resistem em receber menos, um conflito intensificado porque o Medicare pende para pagamentos de atendimento primário de saúde, enquanto a maioria das pessoas procura especialistas fora da rede credenciada. 
"Para algumas coisas, o Medicare é realmente um pagador mesquinho", ela disse. "Se ele passa a ser o referencial, então isso aumenta o problema."
A United Healthcare encaminhou as questões sobre a mudança para a Associação dos Planos de Saúde de Nova York, a entidade setorial, cujo presidente, Paul F. Macielak, disse que o banco de dados Fair Health foi inflado por um subgrupo de médicos. "Em um mundo ideal, todo mundo estaria na rede, sujeito a uma taxa contratada", acrescentou Macielak.
 Mas os médicos se queixam de que as seguradoras estão pressionando eles a aderirem às redes credenciadas ao cortarem o reembolso.
"Elas querem prendê-los e então limitar o atendimento", disse D. Brian Hufford, um advogado que representa os médicos em uma grande ação coletiva contra o Ingenix. "Elas estão tentando transferir todos os riscos para os médicos, enquanto elas ficam com todo o lucro."
Mark Wagar, presidente da Empire Blue Cross, que está rapidamente adotando os referenciais do Medicare, disse que as preocupações são exageradas, já que apenas 5% do atendimento médico ocorre fora da rede credenciada. 
"É uma coisa menor recebendo uma atenção desproporcional", ele disse sobre a legislação proposta por Lawsky para estabelecer um reembolso mínimo. 
Jennifer C. Jaff, diretora fundadora da "Defensores dos Pacientes com Doenças Crônicas", usa seu próprio caso como exemplo.  Jaff, 54, disse que mantinha cobertura fora da rede credenciada com um plano de saúde de US$ 14 mil por ano, porque tinha doença de Crohn e tem alto risco de câncer no cólon, que matou três de seus avós. No ano passado, após uma experiência horrível com um médico credenciado em 2010, ela voltou a se consultar com um importante especialista do Hospital NewYork-Presbyterian, que realizou uma colonoscopia e uma endoscopia em 2008, para tratar das escaras resultantes de suas oito cirurgias abdominais.
Mesmo com 250% dos valores pagos pelo Medicare como referencial, Jaff ficou devendo quatro vezes mais do que pagou quando as taxas do Ingenix estavam em vigor, ou US$ 3.137 da conta médica de US$ 4.200, que aumentou apenas 13%.
Separadamente, seu plano de saúde, o Anthem Blue Cross de Connecticut, pagou uma "taxa de instalações" de US$ 7.806 para o hospital, quase o dobro do que o hospital cobrou, segundo a taxa fixa negociada pela Empire, a afiliada da Anthem em Nova York.
"Isso não é loucura?" perguntou Jaff. Wagar, da Empire, defendeu a prática, dizendo que isso mantém as mensalidades baixas. Uma porta-voz da Empire notou que o especialista de Jaff cobrou o dobro do preço médio de uma colonoscopia em Nova York, que a fórmula do Medicare quase cobre.
Quanto à endoscopia, a fórmula do Medicare cobre apenas metade do preço médio; ele foi reduzido pela metade de novo, disse a Empire, para US$ 220 de uma conta de US$ 1.860, segundo as novas regras que restringem o pagamento quando dois procedimentos são feitos ao mesmo tempo, para prevenir cobrança dobrada para pacientes preparados e sedados apenas uma vez. 
"Não existe nenhum médico em Manhattan que faria aquela endoscopia por US$ 220", protestou Jaff. "Eles não estão usando nada que esteja associado à realidade."


Fonte: http://m.noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2012/05/01/planos-de-saude-dos-eua-alteram-formula-de-custo-e-onera-ainda-mais-o-bolso-dos-pacientes.htm?tipodemidia=app-o

Data de acesso: 04 de Maio de 2012

Resenha:

Planos de Saúde têm alterado os bolsos dos pacientes
  As maiores empresas do plano de Saúde dos Estados Unidos estão adotando um novo método de pagamento. Quem em muitos casos vão aumenta o custo do paciente, esse acordo consistia em que a empresa possa controlar os dados que usam pra determinar o preço do atendimento,mas as empresas deveriam financiar um banco e com isso aumentar os reembolsos.
 Mas não ocorreu isso apenas o mesmo acordo que exigir que as empresas investissem no banco de dados ele não obrigaria a usá-los, e quando finalmente o banco de dados entra em operação, as empresas já tinham mudado para outro método, ou seja, baseado nos valores pagos pela Medicare que geralmente reduz o reembolso
Os planos de saúde defendem a mudança para valores pagos pelo Medicare segundo o acordo, que permitia qualquer método claro e objetivo de calcular o reembolso. Eles dizem que as mensalidades seriam ainda mais caras se os reembolsos fossem mais generosos.
Mas poucos procuravam tomar providências de que a medida que o país debate uma reforma visando dar cobertura de saúde para todos, o reembolso está deixando milhões de famílias com plano de saúde mais vulneráveis a contas médicas catastróficas, apesar de pagarem mensalidades caras ou seja as pessoas não estão recebendo aquilo que acham que estão pagando.
Por: Maíra Alves
                              Oceania

Austrália antecipa retirada de tropas do Afeganistão para 2013.

17/04/2012 07h51 - Atualizado em 17/04/2012 07h51


País, que tem 1.500 homens na guerra, previa sair apenas em 2014. No domingo, ataques coordenados do Talibã mataram 51 no país.

A Austrália vai retirar a maior parte de suas tropas do Afeganistão em 2013, um ano mais cedo que o previsto no calendário fixado pela Otan para a saída das forças da coalizão internacional, informou nesta terça-feira (17) a primeira-ministra australiana, Julia Gillard.
Apesar da perda de 35 soldados desde 2001, a Austrália garantiu, em várias ocasiões, que respeitaria o calendário de retirada completa fixado pela Otan para o final de 2014.
Canberra tem no momento 1.500 soldados no Afeganistão. A missão da Otan reúne 130 mil militares para apoiar o governo do presidente Hamid Karzai contra a insurgência talibã.
Gillard detalhará sua decisão no próximo mês, na cúpula da Otan em Chicago.
A retirada começará quando o presidente Karzai der o sinal verde para a transferência da segurança às forças nacionais na província de Uruzgan, onde está estacionada a maior parte do contingente australiano.
A decisão do presidente Karzai é esperada para "os próximos meses" e a retirada deve demorar de 12 a 18 meses, destacou Gillard.
Este prazo é um "ponto de referência crucial para as forças internacionais, que poderão passar a um papel de apoio no Afeganistão".
No domingo, ataques coordenados lançados pelos talibãs contra a capital Cabul e outras partes do Afeganistão deixaram 51 mortos, incluindo membros das forças de segurança, civis e 36 rebeldes.
O ataque a Cabul foi o assalto coordenado mais importante contra a capital afegã em dez anos de guerra, desde que os talibãs foram expulsos do poder na invasão dirigida pelos Estados Unidos, no fim de 2001.


Fonte http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/04/australia-vai-retirar-tropas-do-afeganistao-em-2013.html
Data de acesso: 19 de Abril de 2012


Resenha:

Ajudando ou dificultando?

  No Afeganistão há conflitos internos, de um lado o grupo do sul do país, o Talibã , e do outro o norte do país, os Tajiques e Uzbeques. Esse é um conflito étnico que iniciou em 1979, quando a União Soviética invadiu o país. O grupo denominado Myjahedin combateu o governo comunista, com a finalidade de instaurar um Estado muçulmano regido pela Sharia, a lei islâmica.
Em 1989 houve a retirada da União Soviética do país e a queda do governo comunista, em 1992, os mujahedin se dividiram em grupos(os já citados acima).                                 
    Durante 33 anos o Afeganistão vive essa violência dentro do país.
Desde 2001 tropas australianas se encontram no país, 1.500 soldados australianos participam dos combates afegão contra o talibã , e ajudam nos treinamentos das forças de segurança afegã sob o comando da Otan.
    A Otan (Organização do Tratado da Atlântica do Norte) foi criada em 1949 no período da guerra fria, onde havia uma disputa entre países aliados aos E.U.A e U.R.S.S . Atualmente o papel da Otan é: ser base da política de segurança de toda a Europa e da América do Norte.
Mas, o Afeganistão não é um país aliado a Otan para receber esse tipo de serviço de militares de outros países dentro de terras afegãs para ajudá-los nos conflitos entre o grupo talibã,  existe aí então aspectos econômicos e políticos vinculados a este fator.
    No entanto o Talibã e uma parte da população afegã é contra essas ocupações militares em seu país, por que para eles são práticas ilegais.
As tropas australianas dentro do Afeganistão, tem o objetivo de defender o país contra ataques Talibãs, mas talvez, seja essa ocupação de países no Afeganistão que traz mais motivos para conflitos, levando a guerra entre pessoas dentro de um mesmo país.


Por: Julliane Correia





Tribunal declara nulo o confisco de bens do fundador do site Megaupload.

publicado em 19/03/2012 às 09h21

Bens foram aprendidos em janeiro em operação que acusa Kim Schmitz de pirataria

Rolls-Royce apreendido na mansão de Kim Schmitz no dia 20 de janeiro

O Alto Tribunal da Nova Zelândia declarou "nulo" o confisco dos bens do fundador do Megaupload, Kim Schmitz, requerido pelos Estados Unidos por suposta pirataria informática, por causa de uma ordem policial "prematura" e "incorreta", confirmaram nesta segunda-feira (19) fontes judiciais.
O comissário da Polícia neo-zelandesa, Peter Marshall, admitiu que a ordem foi "prematura" e que apresentou a "ordem incorreta" para confiscar os bens do empresário alemão sem aviso, sem dar-lhe a oportunidade para preparar sua defesa.
- A ordem deste Tribunal do dia 18 de janeiro de 2012 para o registro da ordem de restrição estrangeira é nula e inválida e não tem efeitos legais.

Polícia apreende carrões em operação na casa de Kim Schmitz
Tanque de guerra aparece no jardim de fundador do Megaupload
Fundador gosta de se rodear de belas modelos e tem carro cor-de-rosa
A decisão da juíza Judith Potter foi emitida na última sexta-feira (16) e abre a possibilidade para que Dotcom - como também é conhecido Schmitz e que se encontra em liberdade condicional à espera do início em agosto próximo de seu processo de extradição para os EUA - possa recuperar os bens confiscados e ter acesso às contas que foram congeladas.
Dotcom e outros três diretores do Megaupload foram detidos no dia 20 de janeiro nos arredores de Auckland como parte de uma operação internacional contra a pirataria empreendida pelos EUA, que também implicou no fechamento do portal, o confisco de seus bens e detenções na Europa.
As autoridades de Washington acusam o portal de downloads de danos à propriedade intelectual superiores ao equivalente a R$ 907 milhões (US$ 500 milhões) e de haver conseguido de maneira ilícita receita de mais de R$ 317 milhões (US$ 175 milhões).


Resenha:

 Luxo?


Varias noticias correram, sobre Kim Schmitz, fundador do megaupload. Ele foi apreendido, por estar com produtos ilegais (piratas), e por fazer parte de uma organização criminosa.
 Kim Schmitz possui uma enorme mansão, carros e coisas de luxo, os seus bens foram confiscados, mas foi entregue logo após ele conseguir um abes corpos, e todas as coisas e contas que foram congeladas, voltaram para ele.
As prisões na Nova Zelandia, e uma operação internacional junto com os EUA, contra este portal de downloads, que inclui o fechamento da Megaupload em território americano e em nove nações.
A autoridade do país acusou e fechou o site da Megaupload, por infringir as leis de propriedade intelectual do país.


Por: Adriana Ribeiro

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