II Unidade

África



Países africanos querem implantar programa brasileiro de fortalecimento da agricultura familiar.



Brasília - Países africanos vão desenvolver um projeto piloto com base no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo brasileiro. A iniciativa faz parte de uma parceria entre a Organização das Nações Unidas (ONU), da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), entre outras instituições.

Visando a se capacitarem para implantação do PAA na África, representantes do Níger, Malawi, Moçambique, Senegal e Etiópia participam de seminário que está sendo realizado de hoje (2) até a próxima sexta-feira (6), em Brasília.

Os visitantes estão conhecendo como funciona o programa e também a experiência brasileira de aquisição de alimentos em um dos municípios onde funciona a compra. O investimento total do programa para os países africanos é de US$ 2 milhões.

De acordo com informação do site do MDS, o objetivo do PAA é garantir acesso aos alimentos em quantidade, qualidade e regularidade necessárias às populações em situação de insegurança alimentar e nutricional, e promover a inclusão social no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar.

Esse programa será aplicado nos cinco países africanos. Depois do seminário, os representantes enviados ao Brasil para conhecer a iniciativa vão montar o projeto piloto nos seus países com a ajuda de técnicos selecionados pelas instituições organizadoras da iniciativa. O investimento total do programa é de US$ 2 milhões.

Segundo a secretária de Segurança Alimentar do MDS, Maya Takagi, o seminário é o início do processo de capacitação dos representantes africanos. "Vamos mostrar como funciona o programa [de aquisição de alimentos] e vamos dar todos os elementos para que eles possam implantar um modelo similar nos seus países", acrescentou.

Para o representante da FAO, Helder Muteia, países como o Brasil, Índia e China estão resolvendo problemas de segurança alimentar que podem servir de exemplo para os países da África. "O Brasil conseguiu dignificar o trabalho da agricultura familiar por meio do programa de aquisição de alimentos e também por meio da compra da produção para a merenda escolar", disse.

Segundo informações do MDS, até quarta-feira (4), os participantes vão ter palestras sobre o funcionamento do PAA. Na quinta-feira (5) e sexta-feira (6), os visitantes vão conhecer pessoalmente como funciona a aquisição de alimentos em Arapiraca (AL).

O PAA adquire alimentos com isenção de licitação, por preços de referência que não podem ser superiores nem inferiores aos praticados nos mercados regionais, até o limite de R$ 3.500,00 ao ano por agricultor familiar que se enquadre no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Também participam da iniciativa, a Coordenação Geral de Ações Internacionais de Combate à Fome (CGFome) do Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU e o Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional (DFID).



Data: 04 de Julho de 2012 14:23h


Resenha: 

Países africanos querem implantar programa brasileiro de fortalecimento da agricultura familiar.

Em parceria com a ONU e os ministérios da agricultura o desenvolvi vento social os países africanos estão elaborando projeto com base no programa de aquisição de alimento.

Este projeto está sendo capacitado com representantes da Níger, Malawi, Mocambique, Senegal e Etiopia.

Devido a falta de alimentos que com fome neste países fizeram com que os governantes dos mesmos enviassem representantes para participarem do seminário realizado no Brasil.

Conforme o pronunciamento da secretaria de segurança alimentar do MDS Maya Takag, o governo brasileiro Dara total apoio no processo de capacitação aos representantes africanos (agricultura familiar e compra de produção a merenda escolar).

Por: Louise Pena


Cabo Verde importa 80% dos alimentos

A importação de produtos alimentares em Cabo Verde está acima dos 80% das necessidades da população do arquipélago, revela um estudo intitulado "Análise do Impacto do Aumento dos Preços Internacionais dos Alimentos".
Citado pela Panapress, o estudo, promovido pelo Governo de Cabo Verde e apresentado pelo consultor cabo-verdiano Floresvindo Barbosa, destaca a situação vulnerável do país e recomenda um melhor aproveitamento dos recursos localmente disponíveis, para se equacionar o problema alimentar de forma mais realista e prática.
Com base em dados sobre a produção e importação de alguns produtos, o estudo dá conta da relação entre o consumo e o aumento dos preços com reflexo na economia, constatando-se que, em 2011, o aumento dos preços dos produtos foi de 2,5%, na mesma proporção do consumo (2,5%).
O comércio aumentou em 6,5%, depois da estagnação em 2009, enquanto o stock subiu 3,2% em 2011, ano em que a produção teve uma redução de 3,8%, enquanto o comércio e o stock final também tiveram descidas em relação ao  ano anterior na ordem de 1,6% e 1,5%, respectivamente.
O estudo sugere a melhoria da informação fornecida pela Agência Nacional de Segurança Alimentar (ANSA), sobretudo no que se refere aos preços, consumo e stock dos principais produtos alimentares e recomenda o incentivo à produção local de alimentos e a redução dos custos dos transportes inter-ilhas.
"Ao elaborar o estudo, o nosso objetivo foi não só fazer recomendações, mas mostrar que o Governo, ao longo dos anos, tem tomado medidas para atenuar o aumento dos preços dos produtos alimentares a nível nacional", realçou o consultor.
Por fim, o estudo destaca ainda a necessidade de se proceder a uma análise mais aprofundada do impacto do aumento dos preços dos combustíveis na economia cabo-verdiana, tendo em vista o peso desses produtos na estrutura das importações, sem esquecer que a crise mundial afetou drasticamente os países mais pobres.





Data: 06 de Junho de 2012 15:05h



Resenha:


Porque os alimentos são importados? 


Estudo revela a importância de produtos alimentares do arquipélago cabo verde esta acima dos 80% das necessidades da população.


Estatísticas promovidas pelo governo que apresentado pelo o consumidor do cabo-verdiano Floresvindo Barbosa que ainda recomenda o melhor aproveitamento dos produtos.

Agencia Nacional de Segurança alimentar-(ANSA) sugere que os preços consumem stocks dos principais produtos alimentares produzidos neste local sejam seduz dos custos de transporte entre ilhas.

Só que o aumento os preços dos combustíveis este arquipélago, desde investe do peso na crise mundial uma família mais apertado.

Por: Louise Pena


América do Norte

Eleições no México podem ser palco de surpresas e volta do PRI, diz especialista


De 1929 a 2000, o México foi governado por sucessivos presidentes do PRI (Partido Revolucionário Institucional). Esta situação mudou na virada do milênio com a eleição de Vicente Fox, do PAN (Partido Ação Nacional), e se seguiu com a vitória de Felipe Calderón, do mesmo partido, em 2006. Neste domingo (1º), o país se prepara para mais uma eleição presidencial, a ser realizada em turno único.
Enrique Peña Nieto (PRI) e Andrés Manuel López Obrador, do PRD (Partido da Revolução Democrática), lideram as pesquisas eleitorais, com cerca de 38% e 25% das intenções de voto, respectivamente. Apesar dessa diferença, pode haver surpresas nos resultados de domingo. A opinião é de Denilde Oliveira Holzhacker, professora de Relações Internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).
“É possível que haja algum tipo de surpresa, porque há muitas inconsistências, várias acusações”, diz, em alusão a denúncias, comuns no México, de compra de votos e fraudes eleitorais. Em 2006, López Obrador perdeu para Calderón por uma diferença de 0,56% dos votos e, na ocasião, declarou que houve fraude. Hoje, a principal bandeira do candidato é o combate à corrupção.
“O López Obrador tem uma ênfase forte no fator da corrupção. Ele também tem um discurso mais social, propõe ações sociais vinculadas ao combate ao narcotráfico”, afirma Holzhacker.
Seu rival também tem no combate ao narcotráfico um dos pontos de destaque de seu discurso. “Peña Nieto tem uma posição mais dura, defende uma ação mais assertiva do Estado para romper com o narcotráfico.”
Tal discurso é importante, dado que o partido ficou no poder por 71 anos – o que expõe duas das muitas facetas deste processo eleitoral. Por um lado, o fato de o candidato do partido liderar as pesquisas mostra que “o PRI ainda tem força nos Estados e uma capacidade de mobilização eleitoral muito grande, apesar das perdas dos últimos anos, com a ascensão do PAN”, conta.De fato, enquanto López Obrador propõe uma limpeza nas instituições governamentais, Peña Nieto defende a manutenção do Exército mexicano nas ruas. O político do PRI busca ainda se destacar pelo fato de, aos 45 anos, ser jovem em um partido ligado a setores tradicionais. “Peña Nieto representa as forças conservadoras locais, mas, como é jovem, tenta trazer um discurso novo, de renovação do PRI”, continua a professora.
Segundo a especialista, há uma visão de que, em uma eventual vitória do PRI, “possa haver um retrocesso nos avanços democráticos, por ser um partido com posições bastante autoritárias”.
No entanto, Holzhacker afasta essa possibilidade ao lembrar que a presença de movimentos dentro da sociedade civil mexicana aumentaria a pressão sobre um eventual governo do PRI. Desta forma, se vencer as eleições, “o PRI vai governar em outro México, com grupos de mobilização. A pressão da sociedade civil será maior do que nos 70 anos em que ficou no poder”.
Em terceiro lugar nas sondagens de intenção de voto, com cerca de 20% da preferência do eleitorado, está a candidata do PAN, Josefina Vázquez Mota. Neste pleito, ser a representante do governo não é uma vantagem.
“Ela vai mal nas pesquisas por causa do péssimo desempenho do governo junto à opinião pública, sobretudo em relação à violência, ao combate ao narcotráfico. E não consegue se contrapor aos outros candidatos, que evidenciam os problemas nessa área”, avalia.

 Data de acesso: 01/07/2012



Resenha:



Fraudes nas eleições?  

        

  No dia 1° de julho de 2012, o México se prepara para mais uma eleição, realizada em turno único. Enrique Péna  Nelto do PRI (Partido Revolucionário Institucional ) e Andres Manuel López Obrador do PRD ( Partido da Revolução Democratica) com 38% e 25% dos votos eles lideraram as pesquisas eleitorais, com 20% em terceiro lugar está Josefina Vázquez Mota do PAN (Partido Ação Nacional).  Segundo a especialista e professora de Relações Internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) Denilde Oliveira Holzhacker, as eleições do México podem ter muitas surpresas e a volta do PRI, muitas denunciam de compras e fraudes de votos, como em 2006 que Lõpes Obrado perdeu para Calderon por diferenças de 0,56% dos votos, e foi declarado que ouve fraude; hoje a bandeira do candidato e o combate à corrupção.
  Para Denilde, a vitoria do PRI pode influenciar no retrocesso dos avanços democráticos, já que o partido tem uma forte posição autoritária.






Por: Adriana Ribeiro




Estados Unidos precisam de ajustes leves, afirma FMI

Sem um plano mais brando para as contas públicas e sem a elevação do teto de endividamento, o país pode entrar em nova crise.


O Fundo Monetário Internacional (FMI) advertiu ontem o governo e o Congresso dos Estados Unidos para traçar um plano mais leve de ajuste nas contas públicas a ser aplicado a partir de outubro, início do ano fiscal de 2013, e também a elevar o teto do endividamento do país em dezembro.
Em recuperação "morna" e sujeita a "elevados riscos" vindos da Europa, a economia americana tende a afundar em nova crise se tais medidas não surgirem. "Nós acreditamos que a consolidação fiscal é necessária. Mas não qualquer consolidação fiscal. Ela tem de ser sensível e, certamente, não excessiva", recomendou Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI, na divulgação do relatório da revisão periódica da economia dos EUA.
Para 2012, o FMI projetou crescimento de 2,0% do Produto Interno Bruto (PIB), apenas 0,3 ponto porcentual acima do registrado em 2011, e taxa de desemprego de 8,2%. Com a economia no centro das atenções do eleitorado, o cenário traçado pelo FMI traz imensos desafios para a reeleição do presidente americano, Barack Obama, em novembro. Para 2013, o FMI prevê expansão de 2,25% na atividade econômica e taxa de desocupação ligeiramente menor, de 7,9%.
Essas projeções podem dar lugar a piores números se a calibragem do ajuste fiscal for pesada demais, preveniu o FMI. A proposta de orçamento para o ano fiscal de 2013 enviada pela Casa Branca ao Congresso prevê a redução do déficit federal de 8,5% para 5,5% do PIB, uma meta considerada tímida demais pela oposição republicana no Congresso.
Ritmo brando. Mas, nas contas do FMI, o ajuste proposto por Obama será suficiente para impedir crescimento econômico além de 1,0%. O Fundo recomenda ritmo mais brando, com a diminuição do déficit fiscal do ano que vem para 6,5% e a apresentação de um plano factível de longo prazo para a redução da dívida pública e de consolidação fiscal. "Até mesmo uma pequena redução seria rápida demais", concluíram os técnicos da instituição, ao avaliar as perspectivas de curto prazo.
O Fundo igualmente alertou o governo e o Congresso americanos a fechar um novo acordo sobre o aumento do teto de endividamento federal até 31 de dezembro. A ausência desse acerto vai disparar um corte automático de US$ 600 bilhões em despesas públicas em 2013 e empurrar a economia americana para uma nova recessão. Em julho do ano passado, a dificuldade de o Executivo e o Legislativo chegarem a um consenso sobre o tema provocou o primeiro rebaixamento da avaliação de crédito da história dos EUA, pela agência Standard & Poor's.
A política monetária americana de juros baixos e de injeção de liquidez na economia foi considerada "adequada" pelo Fundo. O FMI apoiou, sobretudo, o fato de o Federal Reserve (Fed, o banco central americano)manter aberta uma janela para adotar novas medidas de ampliação da liquidez, em caso de contração da atividade econômica.
 Data de acesso: 04/07/2012


Resenha:

Uma nova crise está por vim


A maior potencia mundial da atualidade, está por um fio a entrar em crise. O FMI afirmou que se os EUA não tomar uma providencia rápida para minimizar as contas publicas e o aumento das dividas do país, a economia americana afundara em uma nova crise.
O FMI contou com crescimento de 2,0% do produto interno bruto, apenas 0,3% pontos a mais em 2011, e pra 2013 eles acreditam em uma expansão de 2,25% na atividade econômica.
O Fundo alertou o governo, para que o melhor a fazer é fechar um acordo sobre o endividamento ate 31 de dezembro, sem esse acordo ou nenhuma providencia, o a economia terá um corte de 600 bilhões em  despesas publicas em 2013.
Agora é arrumar uma medida para que essa crise não chegue, e não deixe que a maior potencia mundial seja desmoronada.






América Latina



Presidente do Uruguai explica o projeto da Legalização da Maconha


O presidente do Uruguai, José Mujica, disse que o objetivo do projeto de seu governo de "legalização controlada" do consumo de maconha não é liberar, e sim controlar o uso da droga.


Em entrevista ao jornal O Globo publicada nesta quinta-feira, Mujica afirmou que "não estamos propondo uma legalização que permita que qualquer um possa ir ao armazém, comprar quantidades de maconha e fazer o que quiser". "O Estado vai ter controle da qualidade, da quantidade, do preço, e as pessoas estarão registradas", disse o presidente.


Mujica argumentou que "alguém tem que ser o primeiro" a legalizar a maconha na América do Sul, "porque nós estamos perdendo a batalha contra as drogas e a criminalidade no continente". "Temos que buscar outro caminho, mesmo que alguns o considerem ousado", disse o presidente.


O que nós esperamos é reduzir o número de crimes nas cidades uruguaias. A maioria dos crimes hoje é cometida por jovens delinquentes", afirmou ele. "O Uruguai é um país pequeno, onde se podem fazer as coisas com mais facilidade. Não somos grandes como o Brasil", disse José Mujica.


 Data de acesso: 03/07/2012



Resenha:


Legalização ou Descriminalização

  A legalização da maconha no Uruguai abrirá as portas para que outros países façam o mesmo. O que seria um fator positivo já que a maconha trata-se de uma droga lícita que além de alucinógeno pode ser utilizada a produção de diversos remédios, cosméticos, produção de papel e tecidos.
   A questão é, legalização ou descriminalização, é a proposta feita pelo presidente do Uruguai em relação à maconha,? Com a legalização qualquer usuário da Cannabis sativa poderia ter em seu quintal uma plantação de maconha para o seu consumo próprio.
José Mujica afirma que “nossa tese é que esse mercado seja controlado pelo Estado por um preço razoável, registrando-se o que cada um consome.” O seja, o que realmente está em pauta é a descriminalização ,é reconhecer o fato e conduzi-la. Trata-se principalmente do controle do Estado sobre os usuários e da economia por ela gerada, já que o Estado cuidará da produção dos locais onde será a vendida, a quantidade que cada um poderá consumir, estipulará o preço e os locais onde ser consumida.


Por: Julliane Correia








Ásia


China concentrará crescimento mundial de 'energia verde' 

PARIS, 5 Jul 2012 (AFP) -A China, maior poluidor do mundo e voraz consumidor de carvão, concentrará o crescimento da produção de eletricidade com base em energia renovável nos próximos cinco anos, muito à frente de Estados Unidos, Índia e Alemanha, segundo um relatório mundial publicado nesta quinta-feira.
Quase 40% do crescimento mundial de eletricidade com base em energia renovável (hidroeletricidade, eólica, solar...) até 2017 estará na China, segundo um estudo publicado pela Agência Internacional de Energia (AIE).
Isto representa cinco vezes mais que a progressão esperada nos Estados Unidos, sete vezes mais que a da Índia, oito vezes mais que a da Alemanha e 18 vezes mais que a da França.
Dos 710 gigawatts (GW) de capacidade de produção elétrica renovável suplementar esperada até 2017, 270 gigawatts - ou seja, o equivalente a 170 dos reatores nucleares mais potentes - de represas, eólica e outros parques solares serão conectados na China. O país é seguido por Estados Unidos (56 GW), Índia (39 GW), Alemanha e Brasil (32 GW cada um).
A hidroeletricidade e a energia eólica em terra representam 90% da progressão chinesa, o resto é fotovoltaica.
"A China é o mercado de desenvolvimento central", na frente da Europa, constata Didier Houssin, diretor da prospectiva de mercados de energia da AIE, "impulsionado principalmente pela explosão da demanda de eletricidade e das inquietações políticas sobre a segurança energética que impulsionam a diversificação das fontes".
O mercado doméstico chinês está reforçado pela influência crescente dos industriais: no ano passado, sete dos 10 principais fabricantes mundiais de módulos fotovoltaicos eram chineses (Suntech, Yingli Green, Trina Solar, Canadian Solar, Hanwha Solar One, Jinko Solar e LDK Solar) e quatro no setor eólico (Goldwind, Sinovel, United Power e Mengyang), segundo o relatório da AIE.
Na Europa, por sua vez, o crescimento deve desacelerar em relação ao período anterior. Segundo a AIE, deve-se à desaceleração econômica na Europa.
O exemplo mais evidente é a Espanha, uma das pioneiras europeias da energia eólica, atingida pela austeridade que se traduz em uma moratória nos subsídios.
Entre 2013 e 2017, a capacidade de produção de eletricidade limpa espanhola deve progredir menos de 2 GW, uma potência que o país ultrapassava facilmente em apenas um ano até agora.
Na França, a capacidade elétrica com base em energias renováveis deve aumentar neste período de 15 GW para alcançar um total de 52 GW em 2017, produzida principalmente por energia eólica em terra e solar fotovoltaica, segundo a AIE.
Em nível mundial, a produção de eletricidade com base em energia renovável deve aumentar 5,8% a cada ano, para alcançar 6.377 terawatts-hora (TWh) em 2017, ou seja, quase 12 vezes a produção de eletricidade total francesa.
Sem contar a hidroeletricidade, o crescimento da produção de energia eólica ou solar registra uma progressão de 14%.
Quase marginal na Europa, a energia eólica no mar deve passar de 12 TWh em 2011 a 80 TWh em 2017. O principal foco de crescimento neste sistema é concentrado na China mais uma vez, na frente de Grã-Bretanha, Alemanha e França.



 Data de acesso: 05/07/2012









Resenha:

   A China já superou os Estados Unidos e é hoje a maior emissora de gases causadores do efeito estufa, poluidor do mundo e voraz consumidor de carvão,

Lidera o ranking dos maiores poluidores do planeta, A China tem um crescimento do capital humano, como, educação, treinamento e salários. Por outro lado, ressalta o relatório, o capital natural, como recursos renováveis e não renováveis, diminuiu.
  Como o maior emissor de dióxido de carbono do mundo e ultrapassando os norte-americanos, a China precisa tomar sérias providências para melhorar a qualidade de vida dos moradores. Ela pretende colaborar contra o aquecimento global, a grande questão está relacionada ao uso de energia, pois o uso intensivo de energia é essencial para o crescimento econômico das nações.
 A China concentrará o crescimento da produção de eletricidade com base em energia renovável nos próximos cinco anos, muito à frente de Estados Unidos, Índia e Alemanha, ela está aprovando a energia renovável, como a Hidroelétrica, solar e eólica.
 Com o aumento do custo das fontes de energia tradicionais, consequentemente reforçou a importância da utilização das energias renováveis na China, pois ela é um país que está tendo um grande crescimento econômico e com isso o aumento das necessidades energéticas.

Por: Maíra Alves


Europa


Crise na Europa aumenta o número de estrangeiros trabalhando no PR
De janeiro a junho, foram legalizados 300 imigrantes no estado.
Empresários buscam novas oportunidades de emprego no mesmo setor.
Do G1 PR, com informações da RPC TV
2 comentários
O número de estrangeiros com visto permanente aumentou 50% no Brasil de janeiro a junho de 2012. Só no Paraná, são 300 imigrantes legalizados - 100 a mais do que no mesmo período de 2011. Para a policial federal Juliana Buarque, a crise europeia provocou desemprego e a falência de muitas empresas em outros países. “Eles vem buscar oportunidade de emprego, de estabilidade aqui no país”, diz.
O empresário Antônio Perfeito veio de Portugal para montar um restaurante em Cascavel, no oeste do Paraná. Com a crise na Europa, teve de fechar duas empresas de construção. “Fiquei apaixonado pelo Brasil”, relata o português. Também em Cascavel, um condomínio com 45 apartamentos está sendo construído por empresários que vieram da Espanha. “Entendemos que aqui há um futuro muito bom”, acredita o empresário espanhol Amando Martinez.
Outro exemplo é um grupo de haitianos , que deixou a terra devastada pelos terremotos e veio para o estado aprender novas profissões. “Nós entendemos muito pouco, mas eles atendem super bem”, relata um dos clientes da pizzaria.

Data de acesso: 30/06/2012



RESENHA:

 Com a crise na Europa, e consequentemente indústrias,fábricas e vários outros setores de trabalho estejam fechando, está causando uma consequência que é um número muito grande de estrangeiros no Brasil, principalmente no Paraná,muitos gostam da cidade e outros buscam achar uma estabilidade de vida , onde no país natal não conseguem obter.
 Outros migram para aprende outras profissões e terem novas experiências, eles acreditam que podem ter um grande futuro no Brasil o número de emigrantes está crescendo cada vez mais.
 Os efeitos da crise mundial esta sendo prejudiciais para os próprios países que estão passando por essa situação, em diversos aspectos, como de perder profissionais qualificados para outros países, e a recuperação deve ser lenta  onde houve maiores consequências.
Brasil tem se destacado como uma economia emergente de estabilidade em face de onda de desemprego e desaceleração em países do chamado primeiro mundo, passou a ser um país de atração não só de investimentos, mas também de técnicos, especialistas e a concorrência começa a crescer ,junto com o número de estrangeiros.

Por: Maíra Alves




A Europa avança sob pressão

O mundo continua em suspense, enquanto os governos europeus, pressionados pelo agravamento da crise, tomam novas medidas para socorrer os bancos, ajudar os governos endividados e criar condições para a retomada do crescimento e a redução do desemprego. Chefes de governo dos 27 países da União Européia concordaram, na madrugada de ontem, em facilitar a ajuda às instituições financeiras em dificuldades e em criar um sistema centralizado de supervisão bancária - um passo importante para a consolidação da moeda comum, o euro, até agora adotada por 17 países. No dia anterior, haviam aprovado a mobilização de 120 bilhões, 1% do produto bruto regional, para programas de investimento nas economias mais estagnadas.
A melhor descrição de como esses avanços ocorreram foi proporcionada pelo presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso. Segundo ele, as novas decisões seriam "impensáveis" há alguns meses, antes de surgirem dúvidas sobre o futuro da moeda comum.
Os europeus têm avançado na direção certa, mas falta conferir se as inovações terão o alcance necessário e serão concretizadas com rapidez suficiente para garantir a sobrevivência da união monetária.
Outros passos positivos foram dados, desde o último ano, mas nunca a tempo nem com a ousadia suficiente para impedir a deterioração do quadro econômico. Serviram essencialmente para afastar o perigo iminente e para ganhar tempo. A Grécia foi salva no último instante, mais de uma vez, e os sinais de alerta mais importantes têm surgido em economias muito maiores - Espanha e Itália - por causa do agravamento da situação dos bancos. Esses indícios de contágio têm fortalecido a posição dos defensores de políticas mais audaciosas e mais favoráveis ao crescimento, como o presidente francês, François Hollande, e os primeiros-ministros da Espanha, Mariano Rajoy, e da Itália, Mario Monti.
Pelo acordo alcançado na reunião de cúpula encerrada na sexta-feira, o socorro aos bancos em dificuldades poderá ser prestado pelos dois instrumentos de assistência da região, a Linha de Estabilidade Financeira Européia (EFSF) e o seu sucessor, o Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM). Poderão injetar capital diretamente nos bancos, sem elevar o endividamento dos Tesouros nacionais. O auxílio já negociado para as instituições espanholas será fornecido de acordo com os termos combinados antes da conferência de chefes de governo, sem aumentar a dívida do governo.
Houve progresso, também, no debate sobre a ordem institucional. Os governos estão mais próximos, agora, da criação de uma autoridade comum de supervisão bancária, inovação defendida há algum tempo pelo presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi. Falta, no entanto, discutir os detalhes da inovação e para isso serão necessários, provavelmente, mais alguns meses de negociação.
As notícias divulgadas na quinta-feira e na manhã de sexta foram bem recebidas nos mercados financeiros. Mas os governos ainda terão de eliminar muitas divergências para adotar todas as reformas institucionais necessárias para a consolidação da união monetária e para sua futura ampliação. Cada avanço custará um pouco da autonomia de cada país-membro. Será preciso fazer concessões crescentes, mesmo para alcançar objetivos menos ambiciosos que a criação de uma federação européia.
A união monetária só funcionará com segurança quando houver controle fiscal centralizado. Não será preciso unificar os orçamentos, mas serão indispensáveis critérios comuns para o manejo das finanças públicas. Qualquer avanço real nesse campo envolverá muita negociação.
Objetivos menos ambiciosos, mas importantes, como o lançamento de títulos públicos de responsabilidade comum, os eurobonds, talvez sejam alcançados em menos tempo. Mas qualquer progresso nessa direção só será possível se for vencida a resistência alemã. Não se trata só da posição da chanceler Angela Merkel. Trata-se também, e principalmente, da resistência de boa parte do eleitorado alemão a assumir novos encargos para dar segurança à união monetária.

Data: 30 de Junho de 2012  15:04h 



Resenha: 

Alerta dos Países

A crise do cambio europeu deixa países em alerta. Em reunião com a cúpula a união européia concordou ajudar as instituições financeiras em crise; e criaram um sistema centralizado de supervisão bancaria.

Vários passos foram dados, mas nunca em tempo para impedir o quando econômico; conforme os pronunciamentos do presidente do banco central europeu são necessárias mais messes de negocio.

Mesmo assim só funcionara com segurança se houver um controle fiscal centralizado.

Para da segurança a união monetária não depende da posição da chancele Angela com também do eleitorado alemão em assumir vários cargos.


Por: Louise Pena 


Oceania


Austrália criará maior reserva marinha do planeta


14 de junho de 2012 | 9h 21

Antecipando sua participação na conferência ambiental Rio+20, a Austrália anunciou que vai criar o maior conjunto de reservas marinhas do planeta. Os parques nacionais devem cobrir uma área de 3,1 milhões de quilômetros quadrados no oceano, que inclui o Mar de Corais. Serão colocadas restrições sobre a pesca e exploração de petróleo e gás na área, que abrange mais de um terço dos territórios marítimos da Austrália.

O anúncio foi feito pelo ministro do Meio Ambiente da Austrália, Tony Burke, que participará da Rio+20 na próxima semana ao lado da primeira-ministra do país, Julia Gillard. "É hora de o mundo tomar medidas para a proteção dos nossos oceanos - e a Austrália hoje está tomando a liderança nesse movimento", disse Burke.
O projeto para a reserva, que começou a ser formulado há alguns anos, será implementado depois de um processo de consultas. No ano passado, o governo australiano já havia anunciado planos para proteger a vida marinha do Mar de Corais, uma área de quase 1 milhão de quilômetros quadrados.
Fauna diversificada. O Mar de Corais tem uma fauna diversificada que inclui tubarões e atuns, além de recifes tropicais e cânions de águas profundas. Localizado próximo à costa de Queensland, no nordeste da Austrália, o local também abriga os destroços de três navios americanos, que afundaram na batalha do Mar do Corais, em 1942.
O conjunto de reservas ecológicas marinhas também incluirá a Grande Barreira de Corais, classificada como patrimônio da humanidade pela Unesco. A ideia do governo australiano é aumentar o número de parques nacionais marinhos de 27 para 60.
Ambientalistas, porém, consideram as medidas insuficientes e pedem uma proibição total da pesca comercial no Mar de Corais. Alguns também criticam o fato de que a exploração de petróleo e gás continuará a ser permitida perto de áreas protegidas, especialmente no oeste do país.
A organização Australian Conservation Foundation, por exemplo, lamenta que o plano para a criação das reservas continue a permitir a pesca de atum em áreas protegidas, mas reconhece que trata-se de um grande feito em termos de conservação dos oceanos.
Atualmente, a maior reserva marinha do planeta é a das Ilhas Chagos, no Oceano Índico, criada pela Grã-Bretanha em 2010. No total, essa reserva tem 545 mil quilômetros quadrados.   BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

  
Data de acesso: 01/07/2012




Resenha:

                                                               Cooperação

     Nós homens e mulheres somos dependentes em tudo que a natureza oferece, mais com o passar dos anos com as “sociedades civilizadas”  o ser humano passou a se importar com a industrialização que se tornou desenfreada juntamente com construções e com o capital que este possibilita, não se preocupando com a degradação que isto causaria ao meio ambiente.
    As atividades humanas estão afetando negativamente os oceanos, e este, é um importante fornecedor de serviços ecossistêmicos, do qual todos os indivíduos dependem. Mas algumas pessoas já estão se conscientizando em relação a esta problemática demonstrando a necessidade  de cuidar desse meio porque entenderam que a natureza é o fator da nossa sobrevivência na terra.
   Com a criação da reserva marinha, a Austrália estará beneficiando dentre outros fatores, o aumento na abundancia e biomassa de plantas e animais, além no aumento na diversidade de diversas espécies, mas para a conservação desses oceanos é necessário se obter medidas drásticas em relação à proibição à exploração que neles são feitos.
      Se iniciativas por países forem tomadas em relação à conservação do meio ambiente, e a população como um todo participar e ajudar na nessas causas, isso possibilitará uma melhor qualidade de vida para os mesmo e para as gerações futuras, promovendo assim a sustentabilidade.


Por: Julliane Correia







Japão cria o primeiro navio híbrido do mundo

Buscando reconquistar o mercado de transportes marítimos, atualmente dominado pelas vizinhas Coreia do Sul e China, o Japão anunciou o lançamento do Emerald Ace, o primeiro navio híbrido do mundo. Utilizando energia elétrica e solar, ele tem “consciência ambiental” e não produz emissão de carbono enquanto está atracado.
Emerald Ace tem paineis solares que transformam calor do Sol em energia elétrica (Foto: Divulgação)
Desenvolvido pela Kobe Shipyard, o modelo foi apresentado em março e tem 200 metros de comprimento por 36 de largura, pesando mais de 60 mil toneladas. O navio, que tem 12 andares, é capaz de transportar 6400 carros, a uma velocidade máxima de 20 nós, atingida com o uso dos motores a diesel. O andar mais alto é reservado para os 768 painéis solares da Panasonic, que fazem a captação da energia vinda do Sol
 Todos os painéis produzem 160 kW de energia – o que é o bastante para 50 casas, em média. Grande parte dela é armazenada em baterias recarregáveis, de íon lítio, semelhantes às utilizadas em notebooks.
Quando o navio está em uso, utiliza motores à base de diesel e a energia solar em excesso serve para ligar instrumentos, lâmpadas e outras tarefas. Assim que o Emerald Ace atraca em algum lugar, o motor à diesel para de funcionar.
“Os eco-navios são fundamentais para a nossa batalha. Não podemos lutar sem eles. Fizemos uma decisão difícil analisando o mercado, mas o resultado é positivo”, avaliou Hideaki Omiya, presidente da Mitsui Engineering & Shipbuilding Company, responsável pela criação do navio.
Vale lembrar que o Japão liderou este mercado por muito tempo, desde os anos 70, porém a crise econômica de 2008 fez com que o país perdesse boa parte do investimento na área, abrindo caminho para outros concorrentes. Talvez por isso o investimento em uma tecnologia tão diferenciada tenha sido a aposta ideal para os japoneses tentarem retomar o topo.

Data de acesso: 02/07/2012






Resenha:


O Japão fez uma criação inédita no mundo , uma navio que utiliza energia elétrica e solar , não produzindo emissão de carbono enquanto se movimenta,utilizando uma energia renovável que é a solar ,ajuda a ligar algumas coisas instrumentos ,lâmpadas.
Querem voltar ao mercado de transporte marítimos , que eles lideraram durante muito tempo , mais que foi decaindo por causa da crise econômica que ocorreu no Japão em 2008.
Agora com novas ideias como está inovação, os japoneses consigam alcançar o topo do ramo desse tipo de transporte,e eles acreditam que foi algo ideal nesse momento para ser criado e poder trazer pontos positivos para a economia do Japão.



Austrália e N. Zelândia são maiores consumidores de maconha do mundo


Os australianos e os neozelandeses são os maiores consumidores de maconha per capita no mundo, segundo um relatório do Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Delito (UNODC, na sigla em inglês) divulgado nesta quarta-feira pela imprensa local.
Essa pesquisa, que se baseia em dados de 2010, revelou que entre 9,1% e 14,6% da população da Oceania consome maconha, enquanto a média em todo o mundo fica entre 2,6% e 5%.
A procura por cannabis é a maior do mercado ilícito de drogas na Austrália, embora os números também indiquem um aumento do consumo de cocaína e de fármacos para usos não médicos. Por outro lado, houve uma queda no uso de anfetamina e ecstasy.
"A cannabis continua sendo a droga que mais prevalece na Austrália, assim como a maior substância vinculada aos que procuram tratamento por abuso de drogas (50%), enquanto a heroína e a anfetamina representam quase 20%", indicou o relatório citado pela agência local AAP.
Austrália e Nova Zelândia, junto com Estados Unidos e Europa, são os principais destinos da cocaína, principalmente a exportada pelos cartéis mexicanos. Nos dois países da Oceania, o consumo desse narcótico aumentou 1,4% em 2009 e mais 1,5% em 2010.



Data de acesso: 27/06/2012



Resenha:

A cannabis
 O consumo da maconha no mundo vem crescendo a cada dia, principalmente com a liberação em alguns países; Segundo um relatório da ONU, a Austrália e a Nova Zelândia são os maiores consumidores de maconha do mundo. A procura é intensa, embora o numere de pessoas a procura de cocaína, heroína e anfetamina também é alta.
50% das pessoas que procuram tratamento por abuso de drogas.
A Austrália e a Nova Zelândia, junto com os EUA e a Europa são os principais destinos dessas drogas.
Aumentando de 1,4 % de 2009 a 1,5% em 2010.
A liberação da maconha acaba acarretando muitas coisas, o livre acesso, a livre exportação, influencia no consumo deste. As pessoas nunca vão parar de consumir essa coisa viciante, que mata muita gente todos os dias.

Por: Adriana Ribeiro


Nenhum comentário:

Postar um comentário