África
Países africanos querem implantar programa
brasileiro de fortalecimento da agricultura familiar.
Países africanos querem implantar programa
brasileiro de fortalecimento da agricultura familiar.
Brasília - Países africanos vão desenvolver um projeto piloto com base
no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do governo brasileiro. A
iniciativa faz parte de uma parceria entre a Organização das Nações Unidas
(ONU), da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e
do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), entre outras
instituições.
Visando a se capacitarem para implantação do PAA
na África, representantes do Níger, Malawi, Moçambique, Senegal e Etiópia
participam de seminário que está sendo realizado de hoje (2) até a próxima
sexta-feira (6), em Brasília.
Os visitantes estão conhecendo como funciona o
programa e também a experiência brasileira de aquisição de alimentos em um dos
municípios onde funciona a compra. O investimento total do programa para os
países africanos é de US$ 2 milhões.
De acordo com informação do site do MDS, o objetivo
do PAA é garantir acesso aos alimentos em quantidade, qualidade e regularidade
necessárias às populações em situação de insegurança alimentar e nutricional, e
promover a inclusão social no campo por meio do fortalecimento da agricultura
familiar.
Esse programa será aplicado nos cinco países
africanos. Depois do seminário, os representantes enviados ao Brasil para
conhecer a iniciativa vão montar o projeto piloto nos seus países com a ajuda
de técnicos selecionados pelas instituições organizadoras da iniciativa. O
investimento total do programa é de US$ 2 milhões.
Segundo a secretária de Segurança Alimentar do
MDS, Maya Takagi, o seminário é o início do processo de capacitação dos
representantes africanos. "Vamos mostrar como funciona o programa [de aquisição
de alimentos] e vamos dar todos os elementos para que eles possam implantar um
modelo similar nos seus países", acrescentou.
Para o representante da FAO, Helder Muteia,
países como o Brasil, Índia e China estão resolvendo problemas de segurança alimentar
que podem servir de exemplo para os países da África. "O Brasil conseguiu
dignificar o trabalho da agricultura familiar por meio do programa de aquisição
de alimentos e também por meio da compra da produção para a merenda
escolar", disse.
Segundo informações do MDS, até quarta-feira
(4), os participantes vão ter palestras sobre o funcionamento do PAA. Na
quinta-feira (5) e sexta-feira (6), os visitantes vão conhecer pessoalmente
como funciona a aquisição de alimentos em Arapiraca (AL).
O PAA adquire alimentos com isenção de
licitação, por preços de referência que não podem ser superiores nem inferiores
aos praticados nos mercados regionais, até o limite de R$ 3.500,00 ao ano por
agricultor familiar que se enquadre no Programa Nacional de Fortalecimento da
Agricultura Familiar (Pronaf).
Também participam da iniciativa, a Coordenação
Geral de Ações Internacionais de Combate à Fome (CGFome) do Ministério das
Relações Exteriores (MRE), o Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU e o
Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional (DFID).
Data: 04 de Julho de 2012 14:23h
Resenha:
Países
africanos querem implantar programa brasileiro de fortalecimento da agricultura
familiar.
Em parceria com a ONU e os
ministérios da agricultura o desenvolvi vento social os países africanos estão
elaborando projeto com base no programa de aquisição de alimento.
Este projeto está sendo
capacitado com representantes da Níger, Malawi, Mocambique, Senegal e Etiopia.
Devido a falta de alimentos
que com fome neste países fizeram com que os governantes dos mesmos enviassem
representantes para participarem do seminário realizado no Brasil.
Conforme o pronunciamento da
secretaria de segurança alimentar do MDS Maya Takag, o governo brasileiro Dara
total apoio no processo de capacitação aos representantes africanos
(agricultura familiar e compra de produção a merenda escolar).
Por: Louise Pena
Cabo Verde importa 80% dos alimentos
A importação de
produtos alimentares em Cabo Verde está acima dos 80% das necessidades da
população do arquipélago, revela um estudo intitulado "Análise do Impacto
do Aumento dos Preços Internacionais dos Alimentos".
Citado pela Panapress, o estudo, promovido pelo
Governo de Cabo Verde e apresentado pelo consultor cabo-verdiano Floresvindo
Barbosa, destaca a situação vulnerável do país e recomenda um melhor
aproveitamento dos recursos localmente disponíveis, para se equacionar o
problema alimentar de forma mais realista e prática.
Com base em dados sobre a produção e importação
de alguns produtos, o estudo dá conta da relação entre o consumo e o aumento
dos preços com reflexo na economia, constatando-se que, em 2011, o aumento dos
preços dos produtos foi de 2,5%, na mesma proporção do consumo (2,5%).
O comércio aumentou em 6,5%, depois da
estagnação em 2009, enquanto o stock subiu 3,2% em 2011, ano em que a produção
teve uma redução de 3,8%, enquanto o comércio e o stock final também tiveram
descidas em relação ao ano anterior na
ordem de 1,6% e 1,5%, respectivamente.
O estudo sugere a melhoria da informação
fornecida pela Agência Nacional de Segurança Alimentar (ANSA), sobretudo no que
se refere aos preços, consumo e stock dos principais produtos alimentares e
recomenda o incentivo à produção local de alimentos e a redução dos custos dos
transportes inter-ilhas.
"Ao elaborar o estudo, o nosso objetivo foi
não só fazer recomendações, mas mostrar que o Governo, ao longo dos anos, tem
tomado medidas para atenuar o aumento dos preços dos produtos alimentares a
nível nacional", realçou o consultor.
Por fim, o estudo destaca ainda a necessidade de
se proceder a uma análise mais aprofundada do impacto do aumento dos preços dos
combustíveis na economia cabo-verdiana, tendo em vista o peso desses produtos
na estrutura das importações, sem esquecer que a crise mundial afetou
drasticamente os países mais pobres.
Data: 06 de Junho de 2012 15:05h
Resenha:
Porque os alimentos são importados?
Estudo revela a importância de produtos
alimentares do arquipélago cabo verde esta acima dos 80% das necessidades da
população.
Estatísticas promovidas pelo governo que
apresentado pelo o consumidor do cabo-verdiano Floresvindo Barbosa que ainda
recomenda o melhor aproveitamento dos produtos.
Agencia Nacional de Segurança alimentar-(ANSA)
sugere que os preços consumem stocks dos principais produtos alimentares
produzidos neste local sejam seduz dos custos de transporte entre ilhas.
Só que o aumento os preços dos combustíveis
este arquipélago, desde investe do peso na crise mundial uma família mais
apertado.
Por: Louise Pena
América do Norte
Eleições no México podem ser palco de surpresas e volta do PRI, diz especialista
De 1929 a 2000, o México foi governado por sucessivos presidentes do PRI (Partido Revolucionário Institucional). Esta situação mudou na virada do milênio com a eleição de Vicente Fox, do PAN (Partido Ação Nacional), e se seguiu com a vitória de Felipe Calderón, do mesmo partido, em 2006. Neste domingo (1º), o país se prepara para mais uma eleição presidencial, a ser realizada em turno único.
Enrique Peña Nieto (PRI) e Andrés Manuel López Obrador, do PRD (Partido da Revolução Democrática), lideram as pesquisas eleitorais, com cerca de 38% e 25% das intenções de voto, respectivamente. Apesar dessa diferença, pode haver surpresas nos resultados de domingo. A opinião é de Denilde Oliveira Holzhacker, professora de Relações Internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing).
“É possível que haja algum tipo de surpresa, porque há muitas inconsistências, várias acusações”, diz, em alusão a denúncias, comuns no México, de compra de votos e fraudes eleitorais. Em 2006, López Obrador perdeu para Calderón por uma diferença de 0,56% dos votos e, na ocasião, declarou que houve fraude. Hoje, a principal bandeira do candidato é o combate à corrupção.
“O López Obrador tem uma ênfase forte no fator da corrupção. Ele também tem um discurso mais social, propõe ações sociais vinculadas ao combate ao narcotráfico”, afirma Holzhacker.
Seu rival também tem no combate ao narcotráfico um dos pontos de destaque de seu discurso. “Peña Nieto tem uma posição mais dura, defende uma ação mais assertiva do Estado para romper com o narcotráfico.”
Tal discurso é importante, dado que o partido ficou no poder por 71 anos – o que expõe duas das muitas facetas deste processo eleitoral. Por um lado, o fato de o candidato do partido liderar as pesquisas mostra que “o PRI ainda tem força nos Estados e uma capacidade de mobilização eleitoral muito grande, apesar das perdas dos últimos anos, com a ascensão do PAN”, conta.De fato, enquanto López Obrador propõe uma limpeza nas instituições governamentais, Peña Nieto defende a manutenção do Exército mexicano nas ruas. O político do PRI busca ainda se destacar pelo fato de, aos 45 anos, ser jovem em um partido ligado a setores tradicionais. “Peña Nieto representa as forças conservadoras locais, mas, como é jovem, tenta trazer um discurso novo, de renovação do PRI”, continua a professora.
Segundo a especialista, há uma visão de que, em uma eventual vitória do PRI, “possa haver um retrocesso nos avanços democráticos, por ser um partido com posições bastante autoritárias”.
No entanto, Holzhacker afasta essa possibilidade ao lembrar que a presença de movimentos dentro da sociedade civil mexicana aumentaria a pressão sobre um eventual governo do PRI. Desta forma, se vencer as eleições, “o PRI vai governar em outro México, com grupos de mobilização. A pressão da sociedade civil será maior do que nos 70 anos em que ficou no poder”.
Em terceiro lugar nas sondagens de intenção de voto, com cerca de 20% da preferência do eleitorado, está a candidata do PAN, Josefina Vázquez Mota. Neste pleito, ser a representante do governo não é uma vantagem.
“Ela vai mal nas pesquisas por causa do péssimo desempenho do governo junto à opinião pública, sobretudo em relação à violência, ao combate ao narcotráfico. E não consegue se contrapor aos outros candidatos, que evidenciam os problemas nessa área”, avalia.
Data de acesso: 01/07/2012
Resenha:
Fraudes nas eleições?
No dia 1° de
julho de 2012, o México se prepara para mais uma eleição, realizada em turno único.
Enrique Péna Nelto do PRI (Partido Revolucionário
Institucional ) e Andres Manuel López Obrador do PRD ( Partido da Revolução
Democratica) com 38% e 25% dos votos eles lideraram as pesquisas eleitorais, com
20% em terceiro lugar está Josefina Vázquez Mota do PAN (Partido Ação Nacional). Segundo a
especialista e professora de Relações Internacionais da ESPM (Escola Superior
de Propaganda e Marketing) Denilde Oliveira Holzhacker, as eleições do México
podem ter muitas surpresas e a volta do PRI, muitas denunciam de compras e
fraudes de votos, como em 2006 que Lõpes Obrado perdeu para Calderon por
diferenças de 0,56% dos votos, e foi declarado que ouve fraude; hoje a bandeira
do candidato e o combate à corrupção.
Para Denilde,
a vitoria do PRI pode influenciar no retrocesso dos avanços democráticos, já
que o partido tem uma forte posição autoritária.
Por: Adriana Ribeiro
Estados Unidos precisam de ajustes leves, afirma FMI
Sem um plano mais brando para as contas públicas e sem a elevação do teto de endividamento, o país pode entrar em nova crise.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) advertiu ontem o governo e o Congresso dos Estados Unidos para traçar um plano mais leve de ajuste nas contas públicas a ser aplicado a partir de outubro, início do ano fiscal de 2013, e também a elevar o teto do endividamento do país em dezembro.
Em recuperação "morna" e sujeita a "elevados riscos" vindos da Europa, a economia americana tende a afundar em nova crise se tais medidas não surgirem. "Nós acreditamos que a consolidação fiscal é necessária. Mas não qualquer consolidação fiscal. Ela tem de ser sensível e, certamente, não excessiva", recomendou Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI, na divulgação do relatório da revisão periódica da economia dos EUA.
Para 2012, o FMI projetou crescimento de 2,0% do Produto Interno Bruto (PIB), apenas 0,3 ponto porcentual acima do registrado em 2011, e taxa de desemprego de 8,2%. Com a economia no centro das atenções do eleitorado, o cenário traçado pelo FMI traz imensos desafios para a reeleição do presidente americano, Barack Obama, em novembro. Para 2013, o FMI prevê expansão de 2,25% na atividade econômica e taxa de desocupação ligeiramente menor, de 7,9%.
Essas projeções podem dar lugar a piores números se a calibragem do ajuste fiscal for pesada demais, preveniu o FMI. A proposta de orçamento para o ano fiscal de 2013 enviada pela Casa Branca ao Congresso prevê a redução do déficit federal de 8,5% para 5,5% do PIB, uma meta considerada tímida demais pela oposição republicana no Congresso.
Ritmo brando. Mas, nas contas do FMI, o ajuste proposto por Obama será suficiente para impedir crescimento econômico além de 1,0%. O Fundo recomenda ritmo mais brando, com a diminuição do déficit fiscal do ano que vem para 6,5% e a apresentação de um plano factível de longo prazo para a redução da dívida pública e de consolidação fiscal. "Até mesmo uma pequena redução seria rápida demais", concluíram os técnicos da instituição, ao avaliar as perspectivas de curto prazo.
O Fundo igualmente alertou o governo e o Congresso americanos a fechar um novo acordo sobre o aumento do teto de endividamento federal até 31 de dezembro. A ausência desse acerto vai disparar um corte automático de US$ 600 bilhões em despesas públicas em 2013 e empurrar a economia americana para uma nova recessão. Em julho do ano passado, a dificuldade de o Executivo e o Legislativo chegarem a um consenso sobre o tema provocou o primeiro rebaixamento da avaliação de crédito da história dos EUA, pela agência Standard & Poor's.
A política monetária americana de juros baixos e de injeção de liquidez na economia foi considerada "adequada" pelo Fundo. O FMI apoiou, sobretudo, o fato de o Federal Reserve (Fed, o banco central americano)manter aberta uma janela para adotar novas medidas de ampliação da liquidez, em caso de contração da atividade econômica.
Data de acesso: 04/07/2012
Resenha:
Uma nova crise está por vim
A maior
potencia mundial da atualidade, está por um fio a entrar em crise. O FMI
afirmou que se os EUA não tomar uma providencia rápida para minimizar as contas
publicas e o aumento das dividas do país, a economia americana afundara em uma
nova crise.
O FMI contou
com crescimento de 2,0% do produto interno bruto, apenas 0,3% pontos a mais em
2011, e pra 2013 eles acreditam em uma expansão de 2,25% na atividade econômica.
O Fundo
alertou o governo, para que o melhor a fazer é fechar um acordo sobre o
endividamento ate 31 de dezembro, sem esse acordo ou nenhuma providencia, o a
economia terá um corte de 600 bilhões em despesas publicas em 2013.
Agora é
arrumar uma medida para que essa crise não chegue, e não deixe que a maior potencia
mundial seja desmoronada.
América Latina
Presidente do Uruguai explica o projeto da Legalização da
Maconha
O presidente do Uruguai, José Mujica,
disse que o objetivo do projeto de seu governo de "legalização
controlada" do consumo de maconha não
é liberar, e sim controlar o uso da droga.
Em entrevista ao jornal O Globo
publicada nesta quinta-feira, Mujica afirmou que "não estamos propondo uma
legalização que permita que qualquer um possa ir ao armazém, comprar
quantidades de maconha e fazer o que quiser". "O Estado vai ter
controle da qualidade, da quantidade, do preço, e as pessoas estarão
registradas", disse o presidente.
Mujica argumentou que "alguém tem
que ser o primeiro" a legalizar a maconha na América do Sul, "porque
nós estamos perdendo a batalha contra as drogas e a criminalidade no
continente". "Temos que buscar outro caminho, mesmo que alguns o
considerem ousado", disse o presidente.
O que nós esperamos é reduzir o número
de crimes nas cidades uruguaias. A maioria dos crimes hoje é cometida por
jovens delinquentes", afirmou ele. "O Uruguai é um país pequeno, onde
se podem fazer as coisas com mais facilidade. Não somos grandes como o
Brasil", disse José Mujica.
Data de acesso: 03/07/2012
Resenha:
Legalização ou Descriminalização
A legalização da maconha no Uruguai abrirá as
portas para que outros países façam o mesmo. O que seria um fator positivo já
que a maconha trata-se de uma droga lícita que além de alucinógeno pode ser utilizada
a produção de diversos remédios, cosméticos, produção de papel e tecidos.
A questão é, legalização ou descriminalização,
é a proposta feita pelo presidente do Uruguai em relação à maconha,? Com a
legalização qualquer usuário da Cannabis sativa poderia ter em seu
quintal uma plantação de maconha para o seu consumo próprio.
José Mujica
afirma que “nossa tese é que esse mercado seja controlado pelo Estado por um
preço razoável, registrando-se o que cada um consome.” O seja, o que realmente
está em pauta é a descriminalização ,é reconhecer o fato e conduzi-la. Trata-se
principalmente do controle do Estado sobre os usuários e da economia por ela
gerada, já que o Estado cuidará da produção dos locais onde será a vendida, a
quantidade que cada um poderá consumir, estipulará o preço e os locais onde ser
consumida.
Por: Julliane
Correia
Ásia
Ásia
PARIS,
5 Jul 2012 (AFP) -A China, maior poluidor do mundo e voraz consumidor de
carvão, concentrará o crescimento da produção de eletricidade com base em
energia renovável nos próximos cinco anos, muito à frente de Estados Unidos,
Índia e Alemanha, segundo um relatório mundial publicado nesta quinta-feira.
Quase
40% do crescimento mundial de eletricidade com base em energia renovável
(hidroeletricidade, eólica, solar...) até 2017 estará na China, segundo um
estudo publicado pela Agência Internacional de Energia (AIE).
Isto
representa cinco vezes mais que a progressão esperada nos Estados Unidos, sete
vezes mais que a da Índia, oito vezes mais que a da Alemanha e 18 vezes mais
que a da França.
Dos 710
gigawatts (GW) de capacidade de produção elétrica renovável suplementar
esperada até 2017, 270 gigawatts - ou seja, o equivalente a 170 dos reatores
nucleares mais potentes - de represas, eólica e outros parques solares serão
conectados na China. O país é seguido por Estados Unidos (56 GW), Índia (39
GW), Alemanha e Brasil (32 GW cada um).
A
hidroeletricidade e a energia eólica em terra representam 90% da progressão
chinesa, o resto é fotovoltaica.
"A
China é o mercado de desenvolvimento central", na frente da Europa,
constata Didier Houssin, diretor da prospectiva de mercados de energia da AIE,
"impulsionado principalmente pela explosão da demanda de eletricidade e
das inquietações políticas sobre a segurança energética que impulsionam a
diversificação das fontes".
O
mercado doméstico chinês está reforçado pela influência crescente dos
industriais: no ano passado, sete dos 10 principais fabricantes mundiais de
módulos fotovoltaicos eram chineses (Suntech, Yingli Green, Trina Solar,
Canadian Solar, Hanwha Solar One, Jinko Solar e LDK Solar) e quatro no setor
eólico (Goldwind, Sinovel, United Power e Mengyang), segundo o relatório da
AIE.
Na
Europa, por sua vez, o crescimento deve desacelerar em relação ao período
anterior. Segundo a AIE, deve-se à desaceleração econômica na Europa.
O
exemplo mais evidente é a Espanha, uma das pioneiras europeias da energia
eólica, atingida pela austeridade que se traduz em uma moratória nos subsídios.
Entre
2013 e 2017, a capacidade de produção de eletricidade limpa espanhola deve
progredir menos de 2 GW, uma potência que o país ultrapassava facilmente em
apenas um ano até agora.
Na
França, a capacidade elétrica com base em energias renováveis deve aumentar
neste período de 15 GW para alcançar um total de 52 GW em 2017, produzida
principalmente por energia eólica em terra e solar fotovoltaica, segundo a AIE.
Em
nível mundial, a produção de eletricidade com base em energia renovável deve
aumentar 5,8% a cada ano, para alcançar 6.377 terawatts-hora (TWh) em 2017, ou
seja, quase 12 vezes a produção de eletricidade total francesa.
Sem
contar a hidroeletricidade, o crescimento da produção de energia eólica ou
solar registra uma progressão de 14%.
Quase
marginal na Europa, a energia eólica no mar deve passar de 12 TWh em 2011 a 80
TWh em 2017. O principal foco de crescimento neste sistema é concentrado na
China mais uma vez, na frente de Grã-Bretanha, Alemanha e França.
Data de acesso: 05/07/2012
A China já superou os Estados Unidos e é hoje a maior emissora de gases
causadores do efeito estufa, poluidor do
mundo e voraz consumidor de carvão,
Resenha:
A China já superou os Estados Unidos e é hoje a maior emissora de gases
causadores do efeito estufa, poluidor do
mundo e voraz consumidor de carvão,
Lidera
o ranking dos maiores poluidores do planeta, A
China tem um crescimento do capital humano, como, educação, treinamento
e salários. Por outro lado, ressalta o relatório, o capital natural, como
recursos renováveis e não renováveis, diminuiu.
Como o maior emissor de dióxido de carbono do
mundo e ultrapassando os norte-americanos, a China precisa tomar sérias
providências para melhorar a qualidade de vida dos moradores. Ela pretende
colaborar contra o aquecimento
global, a grande questão está relacionada ao uso de energia, pois o uso
intensivo de energia é essencial para o crescimento econômico das nações.
A China concentrará o crescimento da produção
de eletricidade com base em energia renovável nos próximos cinco anos, muito à
frente de Estados Unidos, Índia e Alemanha, ela está aprovando a energia
renovável, como a Hidroelétrica, solar e eólica.
Com o aumento do custo das fontes de energia
tradicionais, consequentemente reforçou a importância da utilização das
energias renováveis na China, pois ela é um país que está tendo um grande
crescimento econômico e com isso o aumento das necessidades energéticas.
Por: Maíra Alves
Europa
Crise na Europa aumenta o número de estrangeiros trabalhando no PR
De janeiro a junho, foram legalizados 300
imigrantes no estado.
Empresários buscam novas oportunidades de emprego no mesmo setor.
Empresários buscam novas oportunidades de emprego no mesmo setor.
Do G1 PR, com informações da RPC TV
2 comentários
O número de estrangeiros com visto permanente
aumentou 50% no Brasil de janeiro a junho de 2012. Só no Paraná, são 300 imigrantes legalizados - 100 a mais do que no mesmo período de
2011. Para a policial federal Juliana Buarque, a crise europeia provocou
desemprego e a falência de muitas empresas em outros países. “Eles vem buscar
oportunidade de emprego, de
estabilidade aqui no país”, diz.
O empresário Antônio Perfeito veio de Portugal para
montar um restaurante em Cascavel, no oeste do Paraná. Com a crise na Europa, teve
de fechar duas empresas de construção. “Fiquei apaixonado pelo Brasil”, relata
o português. Também em Cascavel, um condomínio com 45 apartamentos está sendo
construído por empresários que vieram da Espanha. “Entendemos que aqui há um
futuro muito bom”, acredita o empresário espanhol Amando Martinez.
Outro exemplo é um grupo de haitianos , que deixou
a terra devastada pelos terremotos e veio para o estado aprender novas
profissões. “Nós entendemos muito pouco, mas eles atendem super bem”, relata um
dos clientes da pizzaria.
Data de acesso: 30/06/2012
RESENHA:
Com a crise na
Europa, e consequentemente indústrias,fábricas e vários outros setores de
trabalho estejam fechando, está causando uma consequência que é um número muito
grande de estrangeiros no Brasil, principalmente no Paraná,muitos gostam da
cidade e outros buscam achar uma estabilidade de vida , onde no país natal não
conseguem obter.
Outros migram para
aprende outras profissões e terem novas experiências, eles acreditam que podem
ter um grande futuro no Brasil o número de emigrantes está crescendo cada vez
mais.
Os efeitos da
crise mundial esta sendo prejudiciais para os próprios países que estão
passando por essa situação, em diversos aspectos, como de perder profissionais
qualificados para outros países, e a recuperação deve
ser lenta onde houve maiores consequências.
O Brasil tem se destacado como uma economia emergente de estabilidade em
face de onda de desemprego e desaceleração em países do chamado primeiro mundo, passou a ser
um país de atração não só de investimentos, mas também de técnicos,
especialistas e a concorrência começa a crescer ,junto com o número de
estrangeiros.
Por: Maíra Alves
A Europa avança sob pressão
O
mundo continua em suspense, enquanto os governos europeus, pressionados pelo
agravamento da crise, tomam novas medidas para socorrer os bancos, ajudar os
governos endividados e criar condições para a retomada do crescimento e a
redução do desemprego. Chefes de governo dos 27 países da União Européia
concordaram, na madrugada de ontem, em facilitar a ajuda às instituições
financeiras em dificuldades e em criar um sistema centralizado de supervisão
bancária - um passo importante para a consolidação da moeda comum, o euro, até
agora adotada por 17 países. No dia anterior, haviam aprovado a mobilização de
120 bilhões, 1% do produto bruto regional, para programas de investimento nas
economias mais estagnadas.
A
melhor descrição de como esses avanços ocorreram foi proporcionada pelo
presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso. Segundo ele, as
novas decisões seriam "impensáveis" há alguns meses, antes de
surgirem dúvidas sobre o futuro da moeda comum.
Os
europeus têm avançado na direção certa, mas falta conferir se as inovações
terão o alcance necessário e serão concretizadas com rapidez suficiente para
garantir a sobrevivência da união monetária.
Outros
passos positivos foram dados, desde o último ano, mas nunca a tempo nem com a
ousadia suficiente para impedir a deterioração do quadro econômico. Serviram
essencialmente para afastar o perigo iminente e para ganhar tempo. A Grécia foi
salva no último instante, mais de uma vez, e os sinais de alerta mais
importantes têm surgido em economias muito maiores - Espanha e Itália - por
causa do agravamento da situação dos bancos. Esses indícios de contágio têm
fortalecido a posição dos defensores de políticas mais audaciosas e mais
favoráveis ao crescimento, como o presidente francês, François Hollande, e os
primeiros-ministros da Espanha, Mariano Rajoy, e da Itália, Mario Monti.
Pelo
acordo alcançado na reunião de cúpula encerrada na sexta-feira, o socorro aos
bancos em dificuldades poderá ser prestado pelos dois instrumentos de
assistência da região, a Linha de Estabilidade Financeira Européia (EFSF) e o
seu sucessor, o Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM). Poderão injetar
capital diretamente nos bancos, sem elevar o endividamento dos Tesouros
nacionais. O auxílio já negociado para as instituições espanholas será
fornecido de acordo com os termos combinados antes da conferência de chefes de
governo, sem aumentar a dívida do governo.
Houve
progresso, também, no debate sobre a ordem institucional. Os governos estão
mais próximos, agora, da criação de uma autoridade comum de supervisão
bancária, inovação defendida há algum tempo pelo presidente do Banco Central
Europeu (BCE), Mario Draghi. Falta, no entanto, discutir os detalhes da
inovação e para isso serão necessários, provavelmente, mais alguns meses de
negociação.
As
notícias divulgadas na quinta-feira e na manhã de sexta foram bem recebidas nos
mercados financeiros. Mas os governos ainda terão de eliminar muitas
divergências para adotar todas as reformas institucionais necessárias para a
consolidação da união monetária e para sua futura ampliação. Cada avanço
custará um pouco da autonomia de cada país-membro. Será preciso fazer
concessões crescentes, mesmo para alcançar objetivos menos ambiciosos que a
criação de uma federação européia.
A
união monetária só funcionará com segurança quando houver controle fiscal
centralizado. Não será preciso unificar os orçamentos, mas serão indispensáveis
critérios comuns para o manejo das finanças públicas. Qualquer avanço real
nesse campo envolverá muita negociação.
Objetivos
menos ambiciosos, mas importantes, como o lançamento de títulos públicos de
responsabilidade comum, os eurobonds, talvez sejam alcançados em menos tempo.
Mas qualquer progresso nessa direção só será possível se for vencida a
resistência alemã. Não se trata só da posição da chanceler Angela Merkel.
Trata-se também, e principalmente, da resistência de boa parte do eleitorado
alemão a assumir novos encargos para dar segurança à união monetária.
Data: 30 de Junho de 2012 15:04h
Resenha:
Alerta dos Países
A crise do cambio europeu
deixa países em alerta. Em reunião com a cúpula a união européia concordou
ajudar as instituições financeiras em crise; e criaram um sistema centralizado
de supervisão bancaria.
Vários passos foram dados,
mas nunca em tempo para impedir o quando econômico; conforme os pronunciamentos
do presidente do banco central europeu são necessárias mais messes de negocio.
Mesmo assim só funcionara
com segurança se houver um controle fiscal centralizado.
Para da segurança a união
monetária não depende da posição da chancele Angela com também do eleitorado
alemão em assumir vários cargos.
Por: Louise Pena
Oceania
Austrália
criará maior reserva marinha do planeta
14 de junho de 2012 | 9h 21
Antecipando sua participação na
conferência ambiental Rio+20, a Austrália anunciou que vai criar o maior
conjunto de reservas marinhas do planeta. Os parques nacionais devem cobrir
uma área de 3,1 milhões de quilômetros quadrados no oceano, que inclui o Mar de
Corais. Serão colocadas restrições sobre a pesca e exploração de petróleo e gás
na área, que abrange mais de um terço dos territórios marítimos da Austrália.
O anúncio foi feito pelo ministro do
Meio Ambiente da Austrália, Tony Burke, que participará da Rio+20 na próxima
semana ao lado da primeira-ministra do país, Julia Gillard. "É hora de o
mundo tomar medidas para a proteção dos nossos oceanos - e a Austrália hoje
está tomando a liderança nesse movimento", disse Burke.
O projeto para a reserva, que começou
a ser formulado há alguns anos, será implementado depois de um processo de
consultas. No ano passado, o governo australiano já havia anunciado planos para
proteger a vida marinha do Mar de Corais, uma área de quase 1 milhão de
quilômetros quadrados.
Fauna
diversificada. O Mar de
Corais tem uma fauna diversificada que inclui tubarões e atuns, além de recifes
tropicais e cânions de águas profundas. Localizado próximo à costa de
Queensland, no nordeste da Austrália, o local também abriga os destroços de
três navios americanos, que afundaram na batalha do Mar do Corais, em 1942.
O conjunto de reservas ecológicas
marinhas também incluirá a Grande Barreira de Corais, classificada como
patrimônio da humanidade pela Unesco. A ideia do governo australiano é aumentar
o número de parques nacionais marinhos de 27 para 60.
Ambientalistas, porém, consideram as
medidas insuficientes e pedem uma proibição total da pesca comercial no Mar de
Corais. Alguns também criticam o fato de que a exploração de petróleo e gás
continuará a ser permitida perto de áreas protegidas, especialmente no oeste do
país.
A organização Australian Conservation
Foundation, por exemplo, lamenta que o plano para a criação das reservas
continue a permitir a pesca de atum em áreas protegidas, mas reconhece que
trata-se de um grande feito em termos de conservação dos oceanos.
Atualmente, a maior reserva marinha
do planeta é a das Ilhas Chagos, no Oceano Índico, criada pela Grã-Bretanha em
2010. No total, essa reserva tem 545 mil quilômetros quadrados. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É
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Data de acesso: 01/07/2012
Resenha:
Cooperação
Nós homens e mulheres somos dependentes em
tudo que a natureza oferece, mais com o passar dos anos com as “sociedades
civilizadas” o ser humano passou a se
importar com a industrialização que se tornou desenfreada juntamente com
construções e com o capital que este possibilita, não se preocupando com a
degradação que isto causaria ao meio ambiente.
As atividades humanas estão afetando
negativamente os oceanos, e este, é um importante fornecedor de serviços
ecossistêmicos, do qual todos os indivíduos dependem. Mas algumas pessoas já estão
se conscientizando em relação a esta problemática demonstrando a necessidade de cuidar desse meio porque entenderam que a natureza
é o fator da nossa sobrevivência na terra.
Com a criação da reserva marinha, a Austrália
estará beneficiando dentre outros fatores, o aumento na abundancia e biomassa
de plantas e animais, além no aumento na diversidade de diversas espécies, mas
para a conservação desses oceanos é necessário se obter medidas drásticas em
relação à proibição à exploração que neles são feitos.
Se iniciativas por países forem tomadas
em relação à conservação do meio ambiente, e a população como um todo participar
e ajudar na nessas causas, isso possibilitará uma melhor qualidade de vida para
os mesmo e para as gerações futuras, promovendo assim a sustentabilidade.
Por: Julliane Correia
Japão cria o primeiro navio híbrido do mundo
Buscando reconquistar o mercado de transportes
marítimos, atualmente dominado pelas vizinhas Coreia do Sul e China, o Japão
anunciou o lançamento do Emerald Ace, o primeiro navio híbrido do mundo.
Utilizando energia elétrica e solar, ele tem “consciência ambiental” e não
produz emissão de carbono enquanto está atracado.
Desenvolvido pela Kobe Shipyard, o modelo foi
apresentado em março e tem 200 metros de comprimento por 36 de largura, pesando
mais de 60 mil toneladas. O navio, que tem 12 andares, é capaz de transportar
6400 carros, a uma velocidade máxima de 20 nós, atingida com o uso dos motores
a diesel. O andar mais alto é reservado para os 768 painéis solares da
Panasonic, que fazem a captação da energia vinda do Sol
Todos os painéis produzem 160 kW de energia – o que é o bastante para 50
casas, em média. Grande parte dela é armazenada em baterias recarregáveis, de
íon lítio, semelhantes às utilizadas em notebooks.
Quando o navio está em uso, utiliza motores à base
de diesel e a energia solar em excesso serve para ligar instrumentos, lâmpadas
e outras tarefas. Assim que o Emerald Ace atraca em algum lugar, o motor à
diesel para de funcionar.
“Os eco-navios são fundamentais para a nossa
batalha. Não podemos lutar sem eles. Fizemos uma decisão difícil analisando o
mercado, mas o resultado é positivo”, avaliou Hideaki Omiya, presidente da
Mitsui Engineering & Shipbuilding Company, responsável pela criação do
navio.
Vale lembrar que o Japão liderou este mercado por
muito tempo, desde os anos 70, porém a crise econômica de 2008 fez com que o
país perdesse boa parte do investimento na área, abrindo caminho para outros
concorrentes. Talvez por isso o investimento em uma tecnologia tão diferenciada
tenha sido a aposta ideal para os japoneses tentarem retomar o topo.
Data de acesso: 02/07/2012
Resenha:
O Japão fez uma criação inédita no mundo , uma navio que utiliza energia elétrica e solar , não produzindo emissão de carbono enquanto se movimenta,utilizando uma energia renovável que é a solar ,ajuda a ligar algumas coisas instrumentos ,lâmpadas.
O Japão fez uma criação inédita no mundo , uma navio que utiliza energia elétrica e solar , não produzindo emissão de carbono enquanto se movimenta,utilizando uma energia renovável que é a solar ,ajuda a ligar algumas coisas instrumentos ,lâmpadas.
Querem voltar ao mercado
de transporte marítimos , que eles lideraram durante muito tempo , mais que foi
decaindo por causa da crise econômica que ocorreu no Japão em 2008.
Agora com novas ideias
como está inovação, os japoneses consigam alcançar o topo do ramo desse tipo de
transporte,e eles acreditam que foi algo ideal nesse momento para ser criado e
poder trazer pontos positivos para a economia do Japão.
Austrália e
N. Zelândia são maiores consumidores de maconha do mundo
Os australianos e os neozelandeses são os maiores consumidores de maconha per capita no mundo, segundo um relatório do Escritório das Nações Unidas contra a Droga e o Delito (UNODC, na sigla em inglês) divulgado nesta quarta-feira pela imprensa local.
Essa pesquisa, que se baseia em dados de 2010, revelou que entre 9,1% e 14,6% da população da Oceania consome maconha, enquanto a média em todo o mundo fica entre 2,6% e 5%.
A procura por cannabis é a maior do mercado ilícito de drogas na Austrália, embora os números também indiquem um aumento do consumo de cocaína e de fármacos para usos não médicos. Por outro lado, houve uma queda no uso de anfetamina e ecstasy.
"A cannabis continua sendo a droga que mais prevalece na Austrália, assim como a maior substância vinculada aos que procuram tratamento por abuso de drogas (50%), enquanto a heroína e a anfetamina representam quase 20%", indicou o relatório citado pela agência local AAP.
Austrália e Nova Zelândia, junto com Estados Unidos e Europa, são os principais destinos da cocaína, principalmente a exportada pelos cartéis mexicanos. Nos dois países da Oceania, o consumo desse narcótico aumentou 1,4% em 2009 e mais 1,5% em 2010.
Data de acesso: 27/06/2012
Resenha:


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